quarta-feira, 24 de janeiro de 2024

Há coisas boas na vida

 Viver bem,

Ter amigos vários e

Viajar de moto.

Agora, se de repente, em uma empreitada só, você consegue reunir as três coisas, é verdadeira maravilha. E foi o que fiz. É preciso porém esclarecer que, para mim, viver bem se resume a estar em paz com Deus, com sua família,  com seus entes queridos,  estar ganhando o sustento para si e para os seus honestamente etc.

Dia 22/01, segunda feira, embarquei rumo à Codó,  cidade que não visitava já há algum tem. Tinha em mente algumas ideias já definidas, e entre estas, rever alguns amigos era prioridade. Cheguei por volta das 14h30 e imediatamente contatei o amigo/irmão Antônio Luis,  que gentilmente já havia me oferecido hospedagem. Aí foi só alegria. O primeiro passo foi fazer contato com alguns parentes que ainda residem por lá; depois; procurar alguns amigos que não os via já há algum tempo.
Joacy foi o primeiro a ser visitado. Amigo que teve influência muito grande em meu período junto à igreja e ao Jubatson, pelo fato de ser excelente músico. Com seu jeito particular de ser sempre esteve a me orientar, a corrigir  e até mesmo a perder a paciência durante ensaios e foi justamente essas parte que contribuiu com meu aprendizado. Em determinados momentos sempre quem ensina há de perder a paciência ante tantas repetência de um mesmo tema. Isso induz à perseverança. Depois de mais de trinta anos, rever esse amigo foi alegria imensa e, pela receptividade,  creio ter sido recíproco o sentimento. 

Minha tia Valderês,  tão doce e humilde, pelo trajeto que foi pré-estabelecido, foi a segunda visita da tarde. Havia prometido essa visita à Kelly, sua neta, e ao chegar liguei avisando que ia. Foi um momento singular, pois já iam muitos anos que não via minha tia, ela que é viúva de um irmão de minha mãe. A simplicidade, humildade e o jeito que é uma característica do "maranhense raiz" marcou o encontro. E como foi bom poder abraçar e conversar com ela. Torna-se até indescritível o prazer e a alegria do momento. 
Em novembro próximo passado 
tive o prazer de almoçar com dois primos meus que estavam de passagem na nossa cidade. Eles retornavam de um encontro havido em Codó, do qual eu devia ter participado e não foi possível. Na ocasião, em meio a tantos assuntos e questionamentos perguntei se alguém havia de ter-se lembrado de buscar João de Deus para o encontro. A resposta foi que não,  os motivos foram elencados e, para eles e diante deles eu disse que quando fosse a Codó esse seria um dos meus propósitos: procurar esse irmão. E graças a Deus isso foi possível.
Doente, alquebrado, mas principalmente carente da nossa afetividade, João de Deus foi simpático, agradável,  eloquente e receptivo o suficiente para nos emocionar. Para os que não conhecem ou "não lembram" esse irmão era um dos baluartes do Jubatson, sempre encontrando soluções e disponibilidade quando o assunto era o conjunto. Rever João de Deus foi uma volta no tempo. Muito boa.

Como fiz menção à tia Valderês, alguém me perguntou: e essas tias, quem são? Pra início de conversa, são pessoas que me receberam muito bem, considerando-se o tempo em que não nos víamos. Muito grato à elas pelo carinho e receptividade. A partir da esquerda, Onilde, Onileide e Ellen; elas são irmãs e foram importantes importantes para mim num determinado momentode minha estada na cidade, em idos dos anos de 1980, entre outros motivos, porque morei um período na casa da mãe delas, quando precisei de um local ao deixar a casa do meu tio e um pouco antes de retornar à Floriano. Sou imensamente grato pela acolhida que tive por parte da família. Encontrá-las foi tão agradável que marcamos para estar juntos novamente em abril, ocasião em que estarei de férias. Que o Senhor nos permita a realização desse projeto. 

Pra finalizar, preciso fazer juz ao papel que desempenhou esse "sujeito" na minha visita. É preciso dizer que o cara quase me matou de medo. Me fez entrar na casa dele e só depois que fechou o portão ele resolveu me apresentar essa cadela dele, uma pit-bul. Petrificado é pouco para o estado em que fiquei...
Brincadeiras à parte Antônio Luis,  esse "louco" da cachorra, foi fundamental para o êxito da minha visita. Ele sempre se mostrou amigo, mas se dispôs desde o momento em que avisei que estava indo; me recebeu (muito bem, por sinal), me acompanhou em todas as visitas e até me pagou um saboroso e lauto jantar. Acredito que sem ele eu não poderia ter conseguido visitar tanta gente, ver muitas coisas e saber de umas tantas histórias da urbe codoense. E o cara me deu um facão de presente!
Irmão,  obrigado de coração. 
Como podem ver, realmente existem (muitas) coisas boas na vida. E elas estão diante de nós. Ocorre, no entanto, que muitas vezes não as percebemos. E a vida tá passando...
P.S o retorno desses momentos,  fiz em uma moto, saindo de Codó às 6h35 depois de saboroso café com bolo de arroz e chegando em Floriano às 17h40 após passar por Santo Antônio dos Lopes,  D. Pedro,  Presidente Dutra, São Domingos do Maranhão, Colinas, Paraibano, Barão de Grajaú e, finalmente, atravessar o rio Parnaíba de volta à Terra Querida após rodar 560,5 km em um pouco mais de 11 horas.

Zevall, professor/historiador,  de um passeio a Codó - Maranhão. 





quarta-feira, 15 de novembro de 2023

A VIDA É PRA VIVER (OS XV DA ANNINHA).


 "EBENÉZER; ATÉ AQUI NOS AJUDOU O SENHOR". ISamuel 7:12

A Anninha está completando 15 anos. Até aqui foram 5475 dias vividos. Muitos foram dias alegres; alguns, nem tanto. Dias de sol, porém também houveram dias de nuvens escuras onde, nestes, predominaram a vontade, a coragem e a disposição para, dentro das possibilidades e da graça do bom Deus, oferecer a ela - Anninha, o melhor que nós foi permitido fazer e isto tem sido feito ao longo desses dias vividos.

Foram também dias de esperança  e esta - a esperança - é o sentimento do futuro, no sentido de que o amor, a honestidade e alegria que a Anninha tem visto e vivido sejam o mote, o norteio, a direção de sua jovem vida. Vida que hoje inicia um novo ciclo.

Hoje é o dia do seu aniversário de 15 anos; momento de transição quando novos horizontes são previstos; e é, portanto, e principalmente, motivo de agradecimento. Não apenas porquê "até aqui o Senhor nos tem ajudado" mas também porquê "grandes coisas Ele tem feito e por isso estamos alegres", pois:

a) fez da sua chegada o motivo do nosso riso;

b) fez-nos cientes da responsabilidade de cuidar dessa jovem vida;

c) fez com que pai e mãe tenham a temperança necessária para esse cuidado.

Fazemos nossas, portanto, as palavras de um sábio rei que sobre as relações humanas disse que "as muitas águas não podem apagar o amor nem os rios afogá-lo...". Assim, ao iniciarmos essa alocução citamos uma música. Usamos agora outra, popular e brejeira, afirmadora da ideia que "por você eu bebo o mar, de canudinho". Não tenho essa disposição nem a pressão permite mas o possível,  tanto um quanto o outro - pai e mãe  - faremos para o bem de Anninha, hoje e sempre, com a graça de Deus. 

(Zevall, professor/historiador, nov./23).

sábado, 4 de novembro de 2023

LIBERTADORES

O Fluminense hoje foi campeão,  foi o time competente. Foi gigante. Ser "tricolor de coração" a partir de hoje ganha um outro componente: a copa Comembol Libertadores da América. O que se viu hoje, 4 de novembro de 2023 ganha um significado que abrange muitos nomes. Fernando Diniz, Nino, André,  PHGanso, Marcelo, Árias, SXavier, Felipe Melo, Keno, Fábio,  Cano, John Kennedy, Diogo Barbosa, Marlon, Guga, entre tantos outros, fazem história. O jogo em nenhum momento pareceu fácil. Foi tenso, foi brigado e causou apreensão em determinado momento. Mas decisão boa de um campeonato é assim ou, pelo menos, deveria ser sempre assim...

Essa foto, pra ser melhor entendida, precisa que se tenha visto o comportamento desses homens após o jogo. De repente o que se viu foram homens, tal qual crianças,  correndo, chorando, se abraçando e saltando uns diante dos outros, extravasando todas as emoções contidas durante os dias de espera desse jogo "da vida" de cada um deles. Estão todos de parabéns, guerreiros. Os torcedores que fizeram o espetáculo nas arquibancadas do Mário Filho também merecem menção. Mas a gestão do presidente Mário Henrique Bitencourt merece ser lembrada neste momento de "glória eterna" como já vinha sendo chamada a conquista. Comprometido, fez investimentos,  buscou formar um elenco vencedor e condicionou o técnico para fazer seu trabalho. O resultado, portanto, não poderia ser outro.
"Sou tricolor de coração; sou do clube tantas vezes campeão"... agora, da Libertadores.

Abraços, portanto, a todos os tricolores, grupo no qual eu estou inserido. Agora "temos um grande título" e, por isso é como diz um narrador da rádio Globo, tem que respeitar, pois o Fluminense entra para a galeria dos vencedores deste que é o torneio mais importante das Américas. E nunca é demais repetir: eu tenho amor a esse tricolor verde branco e grená.
(Zevalll, professor/historiador e também tricolor, 04/11/2023).


 

sexta-feira, 6 de outubro de 2023

Seu presente está nesta caixa

 "Ninguém jamais viu a Deus; se amamos uns aos outros, Deus permanece em nós e seu amor é em nós aperfeiçoado (I João 4:12)".

A brincadeira da caixa. Inocente, diferente; coisa de crianças feita por adultos,  a verdade é essa. Imaginemos a cena: um sexagenário recebendo uma imensa caixa que contém no seu interior um par de meias. É ou não coisa de crianças? Mas não foi só abrir a caixa e pam! Ali estava o presente. Houve um processo; um caminho a ser seguido, o que gerou uma expectativa e testou a paciência do aniversariante. Esse é o fato.

Convém destacar, de início,  que o tudo foi surpresa. Alguns dos irmãos tiveram a iniciativa e fizeram o encontro acontecer. Tudo ia bem, como sempre é para o louvor e glória do Senhor Jesus até que uns irmãos trouxeram a caixa e seus bilhetinhos. O primeiro bilhete é o título do texto, ao que se seguiram outros, algo assim: "óleo e perfume alegram o coração,  e o conselho dado ao amigo também é suave (Prov. 27:9)". A partir daí outra caixa menor seria aberta. Mais expectativa, mais risos, mais suor a escorrer e a confirmação de que a paciência é uma virtude poderosa e importante. Mas vamos a outro recado: "O homem que tem muitos amigos pode ser arruinado por eles, mas há amigo mais chegado que um irmão (Prov. 18:24)". Ao falar para o grupo, entre as coisas que o aniversariante destacou, uma precisa ser mencionada. A Turma do Arroz,  para este, é uma "segunda família" para a qual o mesmo sente responsabilidade mas também um carinho singular. Ter amigos chegados, sinceros e que prezam essa amizade é um bem por demais valioso.

Jezaías, Nonita, José Félix,  Rosália, Lucileide, Ravena, Maria de Jesus, Lindalva, Jessé,  Maria Luzinete, Adeílma, Franzé, Andressa, Euvaldo - alguém que pra mais de vinte anos eu não o via, Camelo, Ezequias, Edmilson, dentre outros, nos alegraram o coração. Nos deram Contentamento e nos fizeram continuar a abrir a caixa com zelo e...paciência. Muita paciência!
Em termos de amigos me considero riquíssimo,  bem assessorado. Garantido. Olhemos essa palavra: "Pois, se um cair, o outro levantará seu companheiro. Mas pobre do que estiver só e cair, pois não haverá outro que o levante (Ecl. 4:10)". Que coisa boa; maravilha mesmo saber que temos amigos ao nosso lado pronto a estender a mão pra nós levantar quando e se cairmos. Amigos assim "é coisa pra se guardar". Sempre.

Amigo é gente pra se guardar sempre; fazer dessa amizade um bem intangível,  com o qual se pode contar quando preciso for. Nas horas fáceis e nas não tão fáceis. O que importa é a certeza que se "ventos soprarem mais forte que nossas forças,  teremos uma mão a se estender e nos ajudar". É o amigo em ação...
"Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a própria vida pelos seus amigos (João 15:13)".
Vós, Turma do Arroz, sóis meus amigos. Não apenas pelo encontro promovido mas pelas experiências compartilhadas, pelos risos ridos, pelos caminhos caminhados, por termos chegados até juntos, cúmplices de uma vida de alegria unidos no amor do Senhor.
Enfim, conseguimos alcançar a última caixinha onde estavam as meias...
(Zevall, professor/historiador em 5/10/23, agradecido por ter amigos tão chegados...).



domingo, 24 de setembro de 2023

A vida que ninguém vê

 

Não é a arte de scarpeta
nem o dom da vespa - que voa,
que me leva a sonhar.
Se meu temperamento é controlado
não o sei
e jamais quis pretender
ser virgem ou mártir. 
Sou guerreiro mas não balaio;
cruzei muitos rios
- o "das flores" é belíssimo!...
Fiz e vivi muitas histórias
da sexualidade, da vontade de saber,
de contemplar o voo da àguia
e até ouvi o "brado de halidon".
Andei, confesso, no limite do perigo
e se senti medo, não percebi
(ou será que percebi?).
Certo, porém, é que sempre tive 
um anjo na escuridão 
a olhar por meus caminhos
noite e dia, dia e noite...
em todo o tempo.
A vida é assim: ninguém vê
seja de um homem feito
de um menino ou
de um adolescente 
comum ou diferente.
Não sei de joias - nem as de Teresa
e jamais invejei riquezas do quilombo.
Pobre, nada herdei 
nem mesmo as riquezas de Estrasburgo.
Embarquei - que alegria,
com o velho, e fomos ao mar
e apenas um peixe se fez fisgar.
Muitas angústias além do horizonte, 
bem sei;
mas de aventuras tantas.
Assim é a vida, vale repetir,
que ninguém vê.
Vida que faz alguém ser e viver.

(Poema baseado em título e e/ou enredo de 32 livros lidos no ano de 2022).

Zeval, professor/historiador, set., 2023.


sábado, 2 de setembro de 2023

ALEGRIA, ALEGRIA

 "Com efeito, grandes coisas o Senhor tem feito... e por isso estamos alegres" (Sl. 126:3).

Paulo, o gigante de Tarso - gigante no sentido de ser grande no ministério a que se se propôs -  aquele que se dedicou à propagação da Palavra,  em determinado momento, ao falar a um grupo também determinado disse que deveríamos nos alegrar sempre. O salmista ao se aproximar desse pensamento afirma que um motivo significativo para essa alegria seria as "grandes coisas" feitas, pelo Senhor, em nossas vidas, na vida de cada um, falando individualmente.
Grandes coisas; é a profissão de fé  em crer no Senhor Jesus e a certeza de que, a partir dessa convicção,  Ele estará conosco "todos os dias, até a consumação...; é a confirmação dessa fé,  através do batismo, uma ordenança que não salva mas que confirma que já se é salvo.

Ide e fazei discipulos. É, portanto, preciso sair da condição cômoda e tranquila, do conforto de um escritório ou sala, com ar e poltronas aconchegantes; é,  pois, preciso sair a buscar aquele que está à margem do caminho, carente, às vezes faminto, esquecido... é nisso que consiste o ministério da Graça que transforma vidas. Que dignifica e que salva. É o exercício do dom de Deus ao homem proposto para exercer a obra salvadora. "Não te mandei Eu? Não temas...".

"O chorar não salva"
- é com essas palavras que se inicia um dos belos hinos do Cantor Cristão, hinário de uso dos batistas nos seus cultos de louvor e adoração. Porém o choro de alegria é talvez a mais bela e forte expressão do ser humano gratificado e agradecido pelas transformações a que tem se sujeitado na plenitude de operação das grandes obras do Senhor na sua vida. É o reconhecimento  da mudança de atitude espiritual. É deixar o velho e fazer-se novo. É ser uma nova criatura; teu um outro estilo de vida é ser, a partir de então,  filho do Rei. Que mudança maravilhosa, digna do choro de alegria.


Alegria, alegria! O campo verdejante contemplado com o choro da alegria do cego Bartimeu tem produzido frutos e pessoas tem sido transformadas, aceitando e reconhecendo sua condição de dependente do amor e da bondade que transforma vidas. Alegria,  alegria, pelas vidas que ouviram a Palavra através de um servo que resolveu obedecer ao "Ide" do Mestre dos mestres. Pode a tristeza durar mas será somente até ao anoitecer. Pela manhã a alegria haverá de chegar porque a Palavra se fez ouvir e ela é libertadora, quebradora dos grilhões do pecado. Alegria, alegria pois "quem está em Cristo é nova criatura...).
(Zevall, professor/historiador, 02/09/23)






segunda-feira, 14 de agosto de 2023

A SORTE ESTÁ LANÇADA

Falta de recursos ou de gestão? Será que estamos sabendo escolher os que estão à frente dos rumos da educação,  pra não dizer da municipalidade,  com perfil adequado às escolas e à cidade, ou os interesses políticos se sobrepõem àquilo que seria melhor para o sistema educacional e para o povo? Faltam mesmo os recursos que os gestores geralmente alardeiam ou eles estão sendo canalizados para outros fins? Certo é o fato de que a educação, de modo geral e a piauiense e florianense, de modo específico, pede socorro.

Fala-se muito em evasão mas pouco se tem oferecido que incentive ou mude a mentalidade da clientela escolar, qual seja, o aluno. Tenta-se comprar a sua frequência com argumentos e elementos não fundamentais à verdadeira educação escolar; medidas consideradas descabidas são colocadas em prática, tais como a do governo paulista sobre o livro didático ou a mais recente verificada em um município de Floriano - Piaui, onde uma diretora com formação específica foi substituída por alguém que pode ser considerado incapaz, dado a sua formação ser em área totalmente adversa àquela requerida pelo sustema e apenas por indicação política. E isso em uma escola tradicional,  que em suas salas já estiveram presentes, enquanto alunos, importantes vultos da nossa municipalidade, fato que por si somente, deveria despertar melhores olhares vez que os interesses mais distinguidos são aqueles que respeitam às "figuras ilustres" da cidade. Essa é a percepção de fato. 

Em relação às  escolas, não é só um alambrado detonado ou uma porta sem fechadura como vemos nas duas fotos anexadas usadas como exemplo e de uma unidade escolar anônima. Essas são apenas amostragens de uma realidade que pode ser constatada em qualquer escola, seja municipal ou estadual. O trabalho de manutenção praticamente não existe.

É possível que alguém alegue as reformas estruturais feitas nas escolas. Sabemos que as tais existem. Mas é sabido também que não há uma fiscalização exigente durante as mesmas para perceber as reais necessidades de cada uma. Esse trabalho reformador, portanto, precisa ser levado mais a sério. Repete-se: a educação piauiense e do município florianense pede socorro. Algo precisa ser mudado...URGENTE. 

Em tempo: as eleições municipais se aproximam. O leilão de cargos, a festa de interesses particulares e o oportunismo, além do espoliamento e "depredação" do espaço público figuram entre os vários instrumentos a serem usados para eleger aqueles que se tornarão os senhores do nosso futuro. Os nomes já estão sendo postos à mesa e os cabos eleitorais já se movimentam puxando a brasa para aquela sardinha que lhe é conveniente. Os sorrisos da hipocrisia já são evidentes e as disposições em ajudar já estão sendo anunciadas. "Alea Jacta Est". Zevall, professor/historiador.

DE AMIGOS E IRMÃOS

Benito de Paula, certa vez e através de uma de suas músicas,  se propôs a mostrar a um amigo ao qual ele prezava muito, alguns elementos –  ...