domingo, 16 de outubro de 2016

Agradecimentos / Thanks / Merci

Aos amigos que lêem o “nosso” blog A Rua do Mulambo

Em agosto (11/08/2016) completamos um ano desde a primeira postagem (Perfil). A partir de então temos diversificado nos temas publicados, intuindo a satisfação daqueles que tem procurado algo de interessante para ler. De início queríamos que o blog fosse bem aceito – não por ostentação – mas pela vontade de que encontrasse pessoas que, como eu, gostasse de ler e de discutir tantos temas que precisam de um olhar mais acurado.

Nossa surpresa se manifestou quando percebemos entre nossos visualizadores americanos, russos, mexicanos, portugueses, espanhóis, tailandeses, ucranianos, romenos, alemães e franceses, entre tantos outros, inclusive tupiniquins.

Agradecemos muito a todos que tem nos prestigiado. Nosso abraço e pedido que continuem a nos creditar confiança nos presenteando com suas participações.

Aguardamos, quando possível, sugestões que possam qualificar nosso trabalho e, por extensão, satisfazer a todos que tiveram conosco neste primeiro ano de existência de A Rua do Mulambo e que juntos, futuramente, comemoremos outro ano de trabalho e dedicação através de poemas, opiniões, esporte, política, etc.

A todos, de coração, nosso maior abraço. Continuem conosco.


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Friends who read "our" blog The Street Mulambo

In August (11/08/2016) completed one year since the first post (Profile). Since then we have diversified the published topics, intuiting the satisfaction of those who have been looking for something interesting to read. At first we wanted the blog to be well accepted - not for ostentation - but by the will that found people who, like me, like to read and discuss many issues that need a closer look.

Our surprise was manifested when we see among our viewers American, Russian, Mexican, Portuguese, Spanish, Thai, Ukrainian, Romanian, German and French, among many others, including tupiniquins.

Thanks so much to everyone who has the prestigious. Our hug and asked to continue the credit trust presenting us with their participation.

We look forward when possible suggestions that can qualify our work and, by extension, satisfy everyone who had us in this first year of existence of the Mulambo Street and that together, in the future, commemorate another year of hard work and dedication through poems, reviews , sports, politics, etc.

To all of our heart, our biggest hug. Keep up with us.


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Amis qui ont lu "notre" blog The Street Mulambo

En Août (08/11/2016) complété une année depuis le premier poste (profil). Depuis lors, nous avons diversifié les sujets publiés, pressentant la satisfaction de ceux qui ont été à la recherche de quelque chose d'intéressant à lire. Au début, nous voulions que le blog soit bien accepté - pas d'ostentation - mais par la volonté que l'on trouve des gens qui, comme moi, aiment lire et de discuter de nombreuses questions qui ont besoin d'un peu plus près.

Notre surprise se manifeste quand nous voyons chez nos téléspectateurs américains, russe, mexicaine, portugais, espagnol, thaï, ukrainien, roumain, allemand et français, parmi beaucoup d'autres, y compris Tupiniquins.

Merci beaucoup à tous ceux qui ont le prestigieux. Notre étreinte et a demandé de continuer la confiance de crédit nous présentant leur participation.

Nous attendons avec impatience si possible des suggestions qui peuvent qualifier notre travail et, par extension, satisfaire tout le monde qui nous avait dans cette première année d'existence de la rue Mulambo et qui, ensemble, à l'avenir, commémorer une autre année de travail acharné et le dévouement à travers des poèmes, des critiques , le sport, la politique, etc.

Pour tout notre cœur, notre plus gros câlin. Restez avec nous.

quarta-feira, 12 de outubro de 2016

Meta de leitura / cumprida.

Minhas leituras em 2016
(atingida)
A leitura iniciou-se com O avanço de Aquitânia e foi finalizada com O céu está caindo. Foram 20 (vinte) livros lidos em um espaço de tempo de pouco mais de 11 (onze) meses. A meta para o ano de 2016 era que eu conseguisse ler 16 (dezesseis) livros.
De O avanço de Aquitânia (LUDLUM,1984) que trata, segundo o autor,  “de uma investigação obstinada a respeito de um complô político de repercussões internacionais” – tendo como pano  de fundo personagens da Segunda Grande Guerra e muitas reviravoltas do advogado Joel Converse, até O céu está caindo (SHELDON, 2000), enredo este que se prende às aventuras e desmando da família WINTHROP, “ricos, carismáticos e populares, conquistaram admiradores em todo o mundo por sua caridade e glamour” (SHELDON, contracapa). Neste livro o autor nos recoloca, também, em Krasnoyarsk-26, uma cidade localizada na Sibéria e que durante a Guerra Fria teve papel relevante na produção de plutônio para a fabricação de armas atômicas. Segundo ele (SHELDON, 2000) a cidade ainda existe e continua produzindo urânio enriquecido, agora em menor quantidade.
A bibliografia dos livros lidos é variada. Os enredos, também. Históricos, romances policiais, religiosos, dentre outros. Além dos autores citados encontram-se Leandro Narloch (Guia politicamente incorreto da história do Brasil); Max Lucado (O café dos anjos; Antes de dizer amém); Denílson Botelho (História e cultura urbana: a cidade como arena de conflitos); Fernando Gabeira (O que é isso companheiro?), etc. Todos foram lidos de maneira que era, ao mesmo tempo, proveitosa e prazerosa. Os outros também, mas estes significaram um estudo mais acurado.
É possível que com mais esforço tivesse lido outros, porém talvez não aproveitasse tanto o material lido. Por isso a pausa antes do final do ano, pois a leitura tem um significado particular para mim: aprendi a ler, como não poderia deixar de ser, lendo. Meu pai viajava muito e sempre que voltava me trazia de presente livros e revistas.
Na fase infantil os primeiros passos foram dados lendo Tio Patinhas (quem não leu?), Donald – o pato sobrinho – Pateta, Peninha, Almanaque Disney (que saudade!) e, como não poderia deixar de ser, Zé Carioca! Tex (com seus amigos Kit Carson e o índio Tonto);  Revista Ringo (trazia em forma de foto filmes de bang-bang). Os bossilivros da Editora Monterrey (Oeste Carga Dupla, Oeste Vermelho, HH, ZZ7 e 77Z) também contribuíram para o meu desempenho de leitura.
Para os adolescentes e jovens da época era obrigatória a leitura do Superboy, Homem Aranha, Demolidor (o advogado cego Matt Murdoc), O Fantasma e seus pigmeus bandar – além do cachorro capeto – Mandrake (o mágico), Namor – o príncipe submarino, o Cavaleiro Negro e o gigante verde, o Incrível Hulk. Algum tempo depois surgiu uma linha de fotonovelas do gênero espionagem e que tinha como cenário a África Branca (Marrocos, Argélia e Líbia): Jacques Douglas, Luck Martin e Jenifer. Estas representavam uma boa pedida principalmente porque sempre o enredo se referia à colonização. Era meu passatempo preferido (e único?).
Nessa época Floriano (PIAUÍ) contava com dois cinemas: O Cine Natal, na Av. Getúlio Vargas onde hoje se encontra a loja Avistão e o Cine Glória, de propriedade do sr. Camilo, pai dos rapazes da Panificadora Ypiranga. Este se localizava no inicio do calçadão São Pedro em frente onde hoje se localiza o Lar Paraty. Bons filmes passavam em ambo os cinemas. A leitura, porém, me cativava bem mais. Fez-me bem no inicio da minha jornada pelas letras e me faz bem hoje, aos 58 anos de idade. Ainda sinto uma vontade “voraz” de leitura.
Para 2017 o meu projeto de leitura já está montado e pretendo inicia-lo em 1º de janeiro, ainda que de forma simbólica (é feriado, lembram?). Os livros proposto são 03 (três):
1.   Casa-Grande & Senzala – Gilberto Freyre;
2.   O Nome da Rosa – Umberto Eco;
3.   Era dos Extremos: o breve século XX – Eric Hobsbawm.
Parece um projeto pequeno ante os números anteriores. No entanto estes são livros que requerem um estudo detalhado, uma pesquisa e anotações durante o desenvolvimento. Não se trata de um romance que queremos logo “saber o final”. Requer paciência e observação.
Que venha 2017!!!


segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Lembranças


Beleza bela


Eras apenas uma criança

a primeira vez que te vi

cresceste, menina-moça

cresceste, moça-mulher

ver-te menina, te ver mulher

a beleza – “bela beleza”

só tua, una, reveladora.

Num instante, dia

ou em qualquer passagem de tempo

foi assim que entendi o que é amor

inocente, sem sentido, sem retorno

só aconteceu.

Amei tudo e a todo o momento.

A meninice, a transformação

em mulher – e tudo decorrente

o jeito de ser, de sorrir, de sonhar

o jeito de me incomodar

e a partir daí a vida passou  a girar

- assim como a Terra em torno do Sol –

na tua órbita.

Nada tem sentido, nada fez sentido, nada será

senão  em torno de ti

e assim aconteceu.

O que descobri – depois – o sofrimento

A  agora mulher se envolvendo em amores

outros

os primeiros, os segundos, tantos outros.

Doeu. Doeu muito

saber teus braços  envolvidos em abraços

teu corpo colando em corpo

teus beijos beijados por outro

- nunca por mim.

Sempre estive perto, quando sorriu

quando chorou, quando a mágoa

te magoou.

Sorria quando querias

estava quando precisavas

me usavas em teu beneficio

e eu deixei, precisava, estava perto

e isso basta, bastou – e continua.

Sabias do amor devotado – sabias!

E o que fez? –  brincou com ele

Eu transpirei o que sentia e sorriste

das palavras, do querer, do sofrer

este sofrer – outra descoberta

A resignação.

Sem amor, contento por estar perto

por ver bem, saber onde estás

por isso procuro quando longe

busco a voz, sonho contigo

mais amo quando sonho, irreal (. . .)

Mas amor é assim

hoje e ainda distante

alimentando em qualquer tempo disponível

o meu amor

Esse jamais acaba – é dito

regado cresce a todo o momento

faz bem amar, faz bem o amor.

me basta saber, agora

que me tens por amigo – quero tua amizade sempre..

Troca justa, escambo

de tempos outros

do agora e do futuro

A tua amizade pelo meu amor.
(Ike Garrau/ out./2016)

                                                                  

quinta-feira, 6 de outubro de 2016

Sobre processo eleitoral do município de Floriano - PI

A travessia do Rubicão

Os romanos, organizados e observadores das leis como sempre foram e, por temerem a desestruturação de suas instituições, criaram um dispositivo legal que impedia a qualquer dos seus generais a dominação de Roma. Sábia decisão em um mundo político conturbado e afeito a negociatas e traições como eram os bastidores dos políticos que governavam a metrópole romana. Desse modo, o limite imposto era o rio Rubicão que, segundo a tradição de Roma, não poderia ser atravessado por um general com suas tropas.
Ocorre que César – um dos componentes da aliança conhecida como triunvirato, os outros eram Pompeu e Crasso – precisava tomar a sua decisão de passar ou não o rio. Crasso havia sido morto no Oriente; Pompeu tinha a simpatia dos senadores tradicionais enquanto que César queria “impressionar a plebe de Roma que poderia ver nele um continuador dos ideais de Graco e Mário (SCHMIDT, 2005, p. 48)”. A Solução? – atravessar o Rubicão!
No 2 de outubro próximo passado a municipalidade florianense – semelhantemente ao César romano – precisava tomar a sua decisão: transpor o rio da novidade e escolher Almir Reis como seu representante executivo ou ficar na margem conhecida e optar pelo nome de Joel Rodrigues. Escolheu a segunda opção. Mais segura; já experimentada duas vezes; conhecida de todos (ainda que não querida por todos – nunca é!).  – Algumas pessoas que o resultado não representa esta vontade, ante uma diferença de pouco mais de 700 (setecentos votos) com um número expressivo de mais de 15000 (quinze mil) para cada um. Essa é a beleza da democracia: a maioria representa a vontade de todos.
No que tange à eleição municipal em Floriano (Piauí) as cartas foram postas à mesa; as apostas foram feitas e Joel Rodrigues apresentou o melhor jogo. Ante ao que foi apresentado como resultado não nos cabe o direito de sermos  pessimistas em relação aos próximos quatro anos. Como pertencentes ao município que lhe foi entregue devemos ensejar os melhores votos. Floriano precisa que acreditemos que algo novo e bom há que acontecer. As chaves da cidade estarão nas mãos de alguém da comunidade. Por que não esperar o melhor?
Na hora de decidir, César e sua centúria marchou e atravessou o rio. A escolha fora feita. A do eleitorado florianense, também. A célebre frase do general romano ao tomar a sua decisão vale para todos nós:
“Alea jacta est” – a sorte está lançada!

CONFRA 22/11

  Sábado, 22 de novembro de 2025, noite que o Senhor nos deu para a realização de nossa confraternização de final de ano, bem como a comemor...