segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Projeto de Matemática

Matemática em toda parte


A data de 23 de novembro de 2017 é pra ser lembrada por muito tempo; quiçá, sempre, por alunos, professores e demais colaboradores que compõem o quadro educacional da Unidade Escolar João Leal, em Nazaré do Piauí. Nesta data aconteceu, pela manhã, a abertura de um projeto voltado exclusivamente para a Matemática e seus elementos, desde o básico ao mais complexo. Com o tema “MATEMÁTICA EM TODA PARTE”, este projeto foi capitaneado pelo professor Ildemar, titular da disciplina nesta unidade escolar.

O que se pode dizer da adoção dessa forma de repassar os conceitos matemáticos aos alunos, de fazer com que gostassem da ideia – neste caso, ideia matemática – é que foi uma culminância de sucesso. Diz-se culminância em função – e não é uma função matemática – vez que, desde a última semana que antecedeu ao desfecho do projeto, os alunos terem “vivido Matemática”. O resultado foi uma enxurrada de faixas, cartazes, esculturas, pintura de sinais gráficos e equações nas paredes da escola, improvisações musicais e muita explicação e leitura por parte de todos os alunos envolvidos, trabalho este que envolveu muita dedicação e pesquisa. Tudo isto tematizado na Matemática. O porquê, a utilidade, o surgimento, o que seria do homem em seus aspectos relacionais se ela não houvesse, foi discutido, explicado e mostrado. Matematicamente, como não poderia deixar de ser.
                       

                                        Parabéns ao professor Ildemar, professor por excelência, amigo dos alunos e de todos e extremamente exigente, como só um professor de Matemática que se expõe e impõe, pode e deve ser. Parabéns por inculcar nos alunos a ideia – necessária – de “vestir a camisa” e conhecer a Matemática desde os seus primórdios; parabéns aos alunos por terem vestido, no sentido mais figurado possível esta camisa, ao ponto de o sentido parecer literal.
Por fim, parabéns a todos que fazem a comunidade escolar João Leal. Diretora, coordenadoras, supervisora, secretários, auxiliares diversos, que agiram e interagiram, todos fazendo o projeto acontecer.
Problemas? – houveram. Mas de uma maneira que só contribuíram para engrandecer o trabalho. O professor ousou quando iniciou o projeto mesmo sem energia (faltando desde o início da manhã); com isso os alunos participantes se desdobraram, sem microfones, sem slides, na improvisação mesmo. E deu certo. Muito certo! Tinha que dar... a Matemática surgiu numa época em que os conceitos de energia ainda não haviam sido formulados. Porque uma falta de corrente poria fim a tanto esforço e planejamento?

Portanto, o projeto aconteceu na manhã de 23 de novembro e há que continuar no período da tarde e, em data futura, à noite. Quem participou, gostou; quem fez, idem. E quem, por uma razão qualquer, deixou de comparecer, por favor, recorra à tabuada. E aprenda Matemática.
Zevall, novembro/2017.




segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Planos para o Encontrão/2018



Conferência em Humberto de Campo

Entre os dias 02 e 04 de novembro (17) alguns irmão se encontraram em Humberto de Campos – Maranhão, para um congraçamento, troca de gentilezas, banhos de rio comida boa e planejamento. Era pra ser um simples encontro de organização para outro maior, no futuro. Porém se transformou em momento impar na vida dos  que houveram se desfazer de rotinas e compromissos e que para ali se dirigiram. E quem foi gostou! Que o digam Evani, que optou pelo banho, e Leontina, que preferiu se esbaldar comendo bastante.

Mas esse encontro teve sua idealização bem antes do feriado. E uma motivação que o justifica e quem melhor define os porquês desse acontecimento é o irmão Elias Lopes – o Elias da dona Clea:
(. . . ) o motivo dessa viagem surgiu a partir de um encontro que tivemos em Floriano em 29 de dezembro do ano passado; à noite quando eu e Clea nos deslocamos para esta cidade para comer uma pizza com as meninas. Soubemos que a Leontina estava por lá; durante o encontro alguém tocou  no nome do Geiel e decidimos fazer uma visita a ele. Nós queríamos nos encontrar, estar juntos e esse era o motivo: saudade querer se encontrar; jogar conversa fora... a data que foi programada foi essa. E o encontro aconteceu”.

Elias continua detalhando alguns aspectos gerais do encontro, a partir do momento em que o grupo formado por onze irmãos, a saber, Jessé, Geiel, Silvanete, Jucely, Ilnete, Leontina Suely, Cléa, Elias, Mário, Evani e Luisa Dias. Assim ele continuou:
Um outro aspecto a ser destacado é sobre os anfitriões; Geiel, Haniel com esposa e filha, e Geiel filho foram mais que hospitaleiros; montaram uma logística maravilhosa. Geiel, sua esposa e seu filho  trabalharam muito; o local que nos colocaram é magnífico, bonito e aconchegante o que tornou a convivência entre todos muito boa.

Outras colocações foram feitas por Elias da dona Cléa que, em síntese, descreve detalhes do local, das pessoas, dos passeios, da comida e do que foi planejado para o futuro daqueles que compõem o grupo e que foram representados por aqueles que se dirigiram  ao município de Humberto de campos. Segundo ele – Elias – três pessoas faltaram ao encontro: Sampaio, Eisen e Tamar. Esses irmãos deixaram de aproveitar esses dois dias...

Mas a grande finalidade do encontro foi discutir o “Encontrão do GE/2018”, em Teresina. Sobre o que aconteceu no sentido organizacional do “Encontrão...” que traça um panorama é Jucely, a multifuncional e bela garota de Graça aranha:
“(...) enfim, chegamos em casa. Local muito aconchegante; ficamos totalmente à vontade. Fomos conhecer o rio, lugar onde passaríamos boa parte do dia seguinte (sexta feira). Almoçamos lá: churrasco, arroz com abóbora (preparado por Luisa Dias), muita juçara e camarão...

A reunião para o planejamento do “Encontrão...” em Teresina aconteceu à tarde e se estendeu até à noite. Sábado pela manhã, passeio e muita adrenalina. No mesmo dia nos  reunimos par o encerramento; muitas falas e lágrimas, mas mesmo assim, não poderia deixar de destacar a beleza do por do sol.

Domingo, nosso retorno... novamente choro. Parecia os bons tempos de acampamento. Em suma tudo muito bom”.

E dentro desse ambiente e momento de muita empolgação e de sentimento de saudade antecipada da partida que se consumaria em instantes, a bela Jucely continua, na empolgação que mais parecia uma adolescente participando pela primeira vez de um congresso nos bons tempos dos idos anos de 1970/1980:
momentos inesquecíveis... um presente de Deus esse encontro. Agora é aguardar o grande encontro em Teresina. Foi assim que passamos estes dias; muita comunhão, conversas e brincadeiras. Estou com saudade”.

Jucely ainda destacaria as deliberações no sentido de quem seriam as pessoa a encabeçar a responsabilidade por organizar o encontro do GE na capital piauiense, no final de março e inicio de abril (período da Semana Santa), tendo assim ficado a composição:
ü  Coordenadora – Evani Macedo;
ü  Vice-coordenador – Elias Lopes;
ü  Tesoureira – Luisa Dias;
ü  Secretário – Mário Henrique.

Tudo certo e “engatilhado” para que se comece a trabalhar intuindo a organização do congresso dos remanescentes de Vida Vitoriosa. Temos a data, a diretoria e já houve até apontamento de onde  será o local em que se realizará o evento. Hora de dobrar joelhos e apresentar ao Senhor, motivo maior de toda essa mobilização e planejamento e para quem vai direcionada toda a honra e todo o louvor.....

Geiel, na qualidade de anfitrião e, segundo comentário unânime, muito bem neste papel, também falou  da sua experiência e da alegria que foi receber os irmãos na  sua “humilde residência”. Assim ele se expressa:
“(...) foi uma maravilha. (...) seja o  Senhor louvado por tudo o que aconteceu... temos que dar graças ao Pai por tudo o que nos  aconteça; nesse sentido o nosso coro oficial foi a música “por tudo que tens feito”; agradeço ao Senhor por ter me libertado e salvado. (...) o senhor sabe o que  faz.
Deixa eu dizer: eu estou maravilhado, estou feliz; para mim talvez tenha sido uma das melhores experiências pelas quais já passei em toda a minha vida. Assim, foi algo que só eu sei como me senti; meu coração se alegrou quando me desdobrei para receber meus irmãos com muita alegria e satisfação. Foi tudo muito bom. O ponto forte do encontro: o tanto que nosso povo comeu. A Leontina não parava de comer; a Evani pulando de um galho dentro do rio; a Luisa (Dias) se soltou, enfim, foi uma coisa maravilhosa. Faltam palavras para descrever. (...) Deus vai proporcionar momentos ímpares nas nossas vidas”.  Assim, por tudo que estes três irmãos descreveram é possível presumir que o “Encontrão... 2018” em Teresina será uma enxurrada de bênçãos de Deus na vida dos irmãos que ali estarão reunidos. Essa é a oração de todos.
Para finalizar, nada mais justo que se faça uso das palavras do apóstolo Paulo à igreja localizada em Filipos, onde ele se pronuncia dizendo:
“alegrai-vos sempre no Senhor; e digo outra vez: Alegrai-vos! (...) quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude e se há algum louvor, nisso pensai (Fil. 4: 3 e 8)”.

Que esse seja o pensamento a ocupar a mente dos nossos queridos irmãos.!


(Zevall, nov./2017). 

segunda-feira, 6 de novembro de 2017

As coisas do coração.

As coisas do coração, quem as irá entender um dia? Quando, de repente, percebo que “ela” tocou em sentimentos que se encontravam adormecidos e quero recuar, percebo também que já não é possível. Ela (que és tu) rompeu, defraudou, despertou, dilacerou, reviveu e me fez olhar mais longe. Mas, e se não posso ir mais além, o que fazer? Como controlar o incontrolável que resiste e entende não haver barreiras?
Mas elas estão aí e me impedem o passo seguinte. Olho e vejo onde deveria chegar, mas sei que não irei chegar. Por isso, resta-me o consolo que encontro no poema que segue (o que não significa que a negação seja verdadeira):

Não te amo

Não te amo, quero-te: o amor vem d alma.
E eu n’alma – tenho calma.
A calma – do jazigo.
Ai! Não te amo, não.

Não te amo, quero-te: o amor é vida.
E a vida – nem sentida
A trago eu já comigo.
Ai! Não te amo, não.

Ai! Não te amo, não; e só te quero
De um querer bruto e fero
Que o sangue me devora,
Não chega ao coração.

Não te amo. És bela; e eu não te amo, ó bela.
Quem ama a aziaga estrela
Que lhe luz na má hora
Da sua perdição?

E quero-te, e não te amo, que é forçado,
De mau feitiço azado
Este indigno furor.
Mas oh! Não te amo, não.

E infame sou, porque te quero, e tanto
Que de mim tenho espanto,
De ti medo e terror. . .
Mas amar! . . . não te amo, não.

ALMEIDA GARRET. Não te amo.
In.__Folhas Caídas. Lisboa: Europa-América, 1999, p. 85



Poemas e outros

Medo


Medo, é uma dor que rasga o peito
que dilacera o ser
e angustia.
Os pensamentos vem e vão
e é em vão não reconhecer
esse amor.
É medo; é amor
essa dor que me faz fugir
quando quero estar
é pensar no sorriso
e não ir até ele
...alguém diria: Cobardia!
Não é; ou é!!!  não sei
sei querer, apenas
mas ao tempo em que sei
me nego, te nego
não te vejo
será apenas medo? É amor?
Que amor é esse
que mesmo se consumindo
não renuncia o que impede
de estar em ti, contigo
e para ti?
Se o peito se rompe em
sentimentos incontáveis
e o esgar da carne
te chama; e clama
porque te quer.
Não assumo, me consumo.
Já não sou eu, não sei...
Que medo é esse?


Zevall nov./2017

CONFRA 22/11

  Sábado, 22 de novembro de 2025, noite que o Senhor nos deu para a realização de nossa confraternização de final de ano, bem como a comemor...