Ai que saudades Dela
aquilo sim era mulher
comia de tudo, até pastel de feira
não ligava pra nada
nem tinha chiliques
sua academia
eram as lides da vida
cuidar da casa
cuidar de menino
cuidar de tudo
e sobrava energia pra o beijinho no marido
quando este, malandro,
chegava em casa sambando
sapato branco; chapéu na mão
e o olhar matreiro pra a sua mulher
Mulher, mulher...
que saudade da alegria
que falta faz tua energia
e a tua verdade,
tudo natural;
sem dieta a tudo consumia
e o corpão daquela mulher
era do jeito que Deus criou
sem retoques
nem silicone ou botox
e nada esticado, tudo no lugar...
e quando os cabelos começaram a branquear
Ela bronqueou:
- não hei de pintar! serei eu mesma.
Eita Mulher de verdade, quando penso em ti
que saudade me dá.
(Zevall, penúltimo dia de janeiro/2020).
Se essa rua, se essa rua fosse minha... mandaria destacar todas as suas histórias importantes para a construção da hoje cidade de Floriano - Piauí.
quinta-feira, 30 de janeiro de 2020
quarta-feira, 15 de janeiro de 2020
segunda-feira, 13 de janeiro de 2020
Tecendo lembranças
É provável que exista alguém por aí que não goste de cultivar uma boa amizade; eu gosto. Talvez até pelo fato de viajar muito desde cedo - minha primeira viagem à SAMPA foi um mês depois de completar 18 anos. Daí em diante tenho viajado muito; e construído muitos amigos.
Na minha última estada em São Paulo trabalhei no Lar Fabiano, uma instituição que atendia jovens das cominidades próximas ao Jardim Paulistano, zona Norte.
Ao sair, em função de ter sido aprovado em concurso para a prefeitura da Capital, os amigos de trabalho me presentearam um livro, Tecido de lembranças.
Muito original. Alguém do grupo teve a ideia de deixar uma mensagem no proprio livro, vez que o título se apresentava bastante sugestivo. Hoje, remexendo minhas quinquilharias, encontrei o livro. E que saudade.
Cris, Isa, Zenaide, Simone (a chefe), dna. Fatima, Paulo, Jeane, Luciana e tantos outros que conviveram comigo na instituição, num espaço de tempo de quase dois anos. Vale a pena recordar.
(Zevall, jan./2020).
Na minha última estada em São Paulo trabalhei no Lar Fabiano, uma instituição que atendia jovens das cominidades próximas ao Jardim Paulistano, zona Norte.
![]() |
| O livro - de Paulo Bonfim Fonte: Autor, 2020 |
![]() |
| Isa, Zenaide e Jeane Fonte: Autor, 2020 |
![]() |
| Mensagem de amigos Fonte: autor, 2020 |
(Zevall, jan./2020).
sábado, 11 de janeiro de 2020
Brasyl
quinta-feira, 9 de janeiro de 2020
De pães, saúde e outras manias
Li, recentemente, em uma rede
social, um aconselhamento no sentido de que, supostamente em benefício da nossa
saúde, deixemos de comer pão. Junto ao enunciado, uma bela foto de um ovo
cozido partido em bandas e uma batata doce completavam a intenção informativa.
![]() |
| Diversos tipos de pães Imagem: Internet |
Lembrei-me que ideia parecida
e que se refere a outros costumes cotidianos já tem sido propalada em outros tempos,
tais como não comer arroz, pizza, carnes vermelhas, principalmente carne de
porco e outros afins. Falta aparecer quem fomente a noção de que fazer amor
também seja prejudicial à saúde humana.
Vejamos que, se formos seguir
esses conselhos, no que se refere à prática alimentar, alguns já sendo
praticados por grupos que se propõem a cultivar a abstenção em relação a
determinados alimentos, comportamento que respeitamos veementemente, penso, porém,
que algo que seja bom para o grupo A pode não oferecer o mesmo grau de satisfação
ao grupo B, quiçá a C e ao restante do alfabeto. Outro ponto que merece ser
destacado é que a liberdade que o grupo A – ou outro qualquer – tem de escolher
suas iguarias prediletas e pretendidas saudáveis, o restante dos signos que
compõem a nossa forma de expressão gramatical também goza das mesmas
prerrogativas podendo, por isso, escolher o que irá compor a sua dieta.
Sou, é claro, consumidor de
pão mesmo se tiver à mesa outras iguarias que meu parco orçamento venha a me
permitir desfrutar e degustar; também como carnes vermelhas – porque elas detém essas cores
(as comeria se fossem azuis ou verdes do mesmo modo), pizza, cerveja, ou seja,
estou andando na contramão do “politicamente correto” quanto o assunto venha a
ser boa saúde em relação àquilo que se come. Assim, arroz com feijão, ovo
frito, pão e farinha estão sempre presentes em minha rotina. Fazendo ou
praticando isso nada mais faço que exercer o direito de liberdade que a nossa
Carta Magna enuncia e anuncia a todos e da qual sou assíduo observador.
Portanto, encerro reiterando
os meus protestos de respeito as práticas daqueles que se abstém do consumo de
determinados alimentos, entendendo que a recíproca seja verdadeira no momento
em que a ideia deva partir destes para mim. Agora, convenhamos, um pão francês
fresquinho – que nós nordestinos nos acostumamos a chamar de “massa grossa”,
acompanhado por café com ou sem leite é bom demais. Você pode até não degustar
por uma questão de princípios mas, confesse, sente uma vontade...
(Zevall, Jan./2020)
Assinar:
Comentários (Atom)
CONFRA 22/11
Sábado, 22 de novembro de 2025, noite que o Senhor nos deu para a realização de nossa confraternização de final de ano, bem como a comemor...
-
Ao recorrer ao Google buscando definição aceitável para amigo, tem-se que este é "que ou aquele que é ligado a outro por laços de ami...
-
Renba – arte & massas, uma marca existente num passado não muito distante, reaparece com um novo conceito na produção de pães semi-artes...
-
Sábado, 22 de novembro de 2025, noite que o Senhor nos deu para a realização de nossa confraternização de final de ano, bem como a comemor...






