quarta-feira, 3 de junho de 2020

O gozo do amor

No âmago da questão do amor
encontram-se dois corpos sôfregos,
quentes, carentes,
muitas vezes desajeitados
mas a se completarem...
o côncavo e o convexo
se tocam, se clamam
se juntam
se necessitam; se comem.
No amor
os desejos existem,
se envolvem e são um do outro
e, por isso, explodem!
O âmago do amor, portanto,
é gemido, é grito,
é suor pingado,
é respiro que ofega,
é corpo extasiado...
(...) é gozo,
ainda que essa realidade
escandalize.

(Zevall, jun./2020).

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