segunda-feira, 8 de fevereiro de 2021

Minha sina

Hei de perder-me, poeta, por caminhos tantos/ vez que a vontade de conhecer os mundos é tamanha/ que não me permito ficar mais um instante./ Amores e paixões, breve, serão saudades/ e vontades e quereres o impulso que me levará para longe./ Mas, o quê fazer, poeta, se a estática não é minha sina/ e sonhar me trás horizontes tão esperados?/ Assim, irei...não deixarei que a vida passe por mim sem um sentido. (Zevall, "Porquê sonhar é preciso"; fev./2021).

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