segunda-feira, 13 de janeiro de 2020

Mais uma de amor


Tecendo lembranças

É provável que exista alguém por aí que não goste de cultivar uma boa amizade; eu gosto. Talvez até pelo fato de viajar muito desde cedo - minha primeira viagem à SAMPA foi um mês depois de completar 18 anos. Daí em diante tenho viajado muito; e construído muitos amigos.
Na minha última estada em São Paulo trabalhei no Lar Fabiano, uma instituição que atendia jovens das cominidades próximas ao Jardim Paulistano, zona Norte.
O livro - de Paulo Bonfim
Fonte: Autor, 2020
Ao sair, em função de ter sido aprovado em concurso para a prefeitura da Capital, os amigos de trabalho me presentearam um livro, Tecido de lembranças.
Isa, Zenaide e Jeane
Fonte: Autor, 2020
Muito original. Alguém do grupo teve a ideia de deixar uma mensagem no proprio livro, vez que o título se apresentava bastante sugestivo. Hoje, remexendo minhas quinquilharias, encontrei o livro. E que saudade.
Mensagem de amigos
Fonte: autor, 2020
Cris, Isa, Zenaide, Simone (a chefe), dna. Fatima, Paulo, Jeane, Luciana e tantos outros que conviveram comigo na instituição, num espaço de tempo de quase dois anos. Vale a pena recordar.
(Zevall, jan./2020).

sábado, 11 de janeiro de 2020

Brasyl

Boa leitura; diferente, ousada, criativa. Maneira rica e cheia de nuances de retratar os "bastidores" da cidade grande e das relações sociais nela existentes. Conflitos de interesses, amores e desamores, sonhos e desenganos. Realmente uma boa leitura; vale a pena.
Fonte: Zevall, 2020.

quinta-feira, 9 de janeiro de 2020

De pães, saúde e outras manias


Li, recentemente, em uma rede social, um aconselhamento no sentido de que, supostamente em benefício da nossa saúde, deixemos de comer pão. Junto ao enunciado, uma bela foto de um ovo cozido partido em bandas e uma batata doce completavam a intenção informativa.

Diversos tipos de pães
Imagem: Internet

Lembrei-me que ideia parecida e que se refere a outros costumes cotidianos já tem sido propalada em outros tempos, tais como não comer arroz, pizza, carnes vermelhas, principalmente carne de porco e outros afins. Falta aparecer quem fomente a noção de que fazer amor também seja prejudicial à saúde humana. 

Vejamos que, se formos seguir esses conselhos, no que se refere à prática alimentar, alguns já sendo praticados por grupos que se propõem a cultivar a abstenção em relação a determinados alimentos, comportamento que respeitamos veementemente, penso, porém, que algo que seja bom para o grupo A pode não oferecer o mesmo grau de satisfação ao grupo B, quiçá a C e ao restante do alfabeto. Outro ponto que merece ser destacado é que a liberdade que o grupo A – ou outro qualquer – tem de escolher suas iguarias prediletas e pretendidas saudáveis, o restante dos signos que compõem a nossa forma de expressão gramatical também goza das mesmas prerrogativas podendo, por isso, escolher o que irá compor a sua dieta.

Sou, é claro, consumidor de pão mesmo se tiver à mesa outras iguarias que meu parco orçamento venha a me permitir desfrutar e degustar; também como carnes vermelhas – porque elas detém essas cores (as comeria se fossem azuis ou verdes do mesmo modo), pizza, cerveja, ou seja, estou andando na contramão do “politicamente correto” quanto o assunto venha a ser boa saúde em relação àquilo que se come. Assim, arroz com feijão, ovo frito, pão e farinha estão sempre presentes em minha rotina. Fazendo ou praticando isso nada mais faço que exercer o direito de liberdade que a nossa Carta Magna enuncia e anuncia a todos e da qual sou assíduo observador. 

Portanto, encerro reiterando os meus protestos de respeito as práticas daqueles que se abstém do consumo de determinados alimentos, entendendo que a recíproca seja verdadeira no momento em que a ideia deva partir destes para mim. Agora, convenhamos, um pão francês fresquinho – que nós nordestinos nos acostumamos a chamar de “massa grossa”, acompanhado por café com ou sem leite é bom demais. Você pode até não degustar por uma questão de princípios mas, confesse, sente uma vontade... 

(Zevall, Jan./2020)

sexta-feira, 27 de dezembro de 2019

Teus peitos

Quando encostam em mim
e sinto todo o prazer
do entumescimento
bicos salientes a me tocar
e a acender tudo por dentro, penso
qual ser resitiria a isso?
Quando, com as mãos, os prescruto
avaliando, sopesando, apertando
sinto distederem-se, no meu interior,
todas as cordas da razão
e o meu corpo
qual veículo desgovernado
segue sem rumo
indo onde teus prazeres me levem.
Grandes mamilos,
doces, instigantes
tesudos mamilos
que me fazem voraz
- macho escravizado!
São donos das minhas vontades;
se por acordo velado
ou por imposição, não sei.
De tão belos peitos
fortes e altaneiros
trêmulos a reluzir, sempre,
tudo se pode esperar...
(Zevall, dez./2019)


segunda-feira, 16 de dezembro de 2019

2019 e meus amigos

Se aproxima a virada de final de ano/Ano Novo. 2019, com todas as suas inquietações, com todas as suas variedades, seja no campo social, político, econômico; seja no campo esportivo ou, ainda, no campo das relações. Nesse sentido ressalto as amizades, tanto as que já cultivo há tempos como as construídas recentemente. São os Waldis, as Marias Aparecidas, As Susanas, os Josés; são os Joãos e/ou os Raimundos, os Marcos, os Manoéis. São muitos amigos enfim, do Oiapoque, ao Chuí; do Acre à Paraíba; da Bahia ao Mato Grosso... A graça me foi dada de fazer amizades; de gozar do respeito e carinho de tanta gente que só contribui para o meu enriquecimento cultural e social. E tenho hoje, cerca de 17000 amigos anônimos que são todos os que participam e fazem este blog ter vida e continuidade. A todos, pois, meu abraço e votos de um próximo ano, 2020, riquíssimo. Em sabedoria, em tolerância, em vínculos afetivos que se renovem a cada abraço e a cada sorriso dispensado ao outro. Saúde é necessário; mais a boa amizade contribui tanto para nossa saúde física, quanto mental e espiritual. E que a Paz reine, no ano vindouro, em todos os nossos corações.

Zevall, Dezembro/2019

DE AMIGOS E IRMÃOS

Benito de Paula, certa vez e através de uma de suas músicas,  se propôs a mostrar a um amigo ao qual ele prezava muito, alguns elementos –  ...