domingo, 30 de novembro de 2025

CONFRA 22/11

 

Sábado, 22 de novembro de 2025, noite que o Senhor nos deu para a realização de nossa confraternização de final de ano, bem como a comemoração de dez anos de existência da Turma do Arroz com Abóbora. Noite de louvor, de alegria e de interação entre aqueles que fazem parte desse grupo. A verdade contida em Salmos 133:1, "Quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união" evidenciou-se nesta noite, onde comunhão,  companheirismo e doação foram as principais características.

O local escolhido para o encontro foi o Recanto da Turma - e não foi imposição; vários irmãos sugeriram o local como sendo o ideal - e houve uma grande mobilização para tornar o ambiente adequado, inclusive com doação e empréstimo de objetos e utensílios, com a finalidade única de fazer com que todos gostassem e se sentissem bem ao se reunir com a turma. A principal definição desse espaço é a humildade. A simplicidade, ao que parece, aproxima os visitantes, ao tempo em que define o modo de pensar e viver dos que o administram. E a partir daí, tudo é feito com decência, ordem e muita satisfação de dois corações agradecidos .

Uma das atrações da CONFRA 22/11 foi a realização do II Amigo Oculto, com troca de presentes idênticos e que, mesmo tendo, no início, sofrido resistência de alguns que não simpatizam com essa modalidade de atração, todos participaram e todos saíram com o seu presente, inclusive nossos visitantes. A ideia das lembranças iguais é para que todos tenham o mesmo nível de satisfação. E tem dado certo essa iniciativa, graças a Deus. 

Outra atração foi o cantinho das fotografias, onde o envolvimento de todos valorizou o tempo desprendido na organização do espaço, que foi uma sugestão de uma participante da logística do local. Muito bom e gratificante perceber que os irmãos abraçaram a ideia. O painel montado para esse fim contava com fotos de muito dos participantes... doravante iremos implementar esse quadro nos nossos encontros.

A palavra, adequada e consistente, foi apresentada pelo pastor Francisco Araújo, que na foto ao lado está com o irmão Félix Jr., neófito em participação com a Turma do Arroz,  mas que encontrou o seu espaço e está bem enturmado com todos, inclusive nos ajudou em algum momento durante o organização, e que agora agradecemos o empenho.

Falando em neófito, o casal formado por Reginaldo e Edivânia também participou pela primeira vez e se sentiram, ambos os dois que formavam o cadal e pelo que vimos, enturmados de bate-pronto, o que é muito bom e ao casal desejamos que tenha gostado o suficiente para continuar nos honrando com a presença. Janaína também esteve presente como visitante, e mesmo assim, participando em vários aspectos e ajudando na montagem do nosso cardápio. 

Resta, portanto, agradecer. A Deus, Senhor de tudo e de todos, inclusive do tempo, tendo nos permitido noite de sábado perfeita para a nossa reunião. A ele toda honra e toda a glória. À Primeira Dama, que mesmo limitada por questões de saúde se envolveu o suficiente para que a CONFRA 22/11 fosse possível. Ao Ivan, lá de longe, que também estendeu a mão e nos ajudou, estando ainda a orar por nós; ao R7 que nos doou implementos para iluminação, e ao Zequinha, que nos cedeu material para nossa mesa. Além desses, ainda agradecendo ao Ezequias lutier, que cuidou da parte sonora da noite.


Enfim, agradecemos ainda a Juliana, Mariane, Lucileide, Valdirene, Rosinha Abreu, Janaína, Luzineth, Nonita, R7, Iglésio, Edivânia, Edi, Daniel, Clarinda, Neuma, Zezinho, Mariínha, Francilmar, Ezequias, Rosália, Feliz, Félix Jr., Israel, Franzé, Maria de Jesus e, fora da foto, Vovó Neuda, dona Édna, Antônio e Andreia, que tornaram nossa mesa farta, ao ponto de acalmar o coração do organizador, que às vésperas do evento, estava pra correr de preocupação. Grandes coisas o Senhor tem feito; por isso somos um povo alegre. Que venha 17/01/26. Até lá,  se Deus quiser. 
P.S.: se esquecemos algum nome nos desculpe e aponte qual, para que possamos fazer a edição  incluindo o nome faltoso.
(Zevall e cooperadores - CONFRA 22/11).





sexta-feira, 21 de novembro de 2025

I shall overcome

A palavra desgaste ocupou, por momento longo e diante de circunstâncias primevas, algum espaço mental que não estava disponível no momento.  Mas veio e martelou; ocupou, talvez, o lugar que seria pra outro pensamento e ficou ali... desgaste, desgaste, desgaste... uma mensagem estava sendo anunciada.

Ante a insistência que roubava concentração para outro fim, a solução foi procurar entender as nuanças do problema e a melhor maneira para esse procedimento é partir, primeiramente, do entendimento do que seja desgaste, sem especulação ou achismo. Entre os significados possíveis, dois chamam mais atenção, quais sejam, consumição pelo tempo e ruína.

O tempo, o vilão que sempre ocupa espaço na existência natural, que faz perceber seus sinais, taxativos e cruéis na maioria das vezes, a nos enveredar em reflexões distintas do que fomos ou fizemos antes da ruína tomar conta. Antes desta, no entanto, a evidência proposta é a consumição, pelo tempo e de tempo. Tempo para fazer, para ser; sonhar, buscar contentamento e até, para muitos, tempo para ganhar dinheiro, esbanjar, ou seja, viver a vida dissolutamente.

Existe porém outra verdade em relação ao inexorável tempo. É quando o perdemos acreditando que estamos tendo alguma utilidade, fazendo o melhor possível e se desdobrando sem ser em causa própria, abrindo mão de necessidades singulares e particulares para, em seguida, perceber que não há nenhum sentido na proposta. O "esvaziar-se de si mesmo" é, portanto, obrigação. Nunca será visto como cortesia e/ou gentileza. Ou vontade de servir apenas.

É claro que a ação não deve ser precedida da intenção de reconhecimentos e gratificações. O pensamento "não de obras...para que não haja glorificação" faz todo sentido e deve ser observado. E entendido. Mas o martelar do "desgaste" no campo mental é alerta a ser considerado, afinal, ser consumido, pelo tempo, do seu tempo e há muito tempo, abala estruturas, por mais fortes que estas parecem ser...
(Zevall).


segunda-feira, 27 de outubro de 2025

22 DE NOVEMBRO

 


Esse aviso é importante 

Para a Turma do Arroz

Pois está chegando a hora

Que não pode ser depois

Iremos, pois, nos encontrar

E todos juntos nos alegrar

Nada de ser apenas um ou dois.


Fique atento para esta data

Da grande confraternização 

O momento é importante

Para coroar a união 

De um povo alegre e barulhento

Que em todo e qualquer momento

Tá pronto para a celebração.


22 de 11 é a nossa data

Não esqueça de orar

Que o Senhor nos abençoe 

No projeto a realizar

Em qualquer lugar que seja

Nós já temos a certeza 

Que o Pai irá nos aprovar.


Assim, querido, se envolva

Deixe sua participação 

Pois você é importante 

Nessa realização 

Contribua e não fique de fora

Não é depois; essa é a hora

Da nossa confraternização. 

(Zevall, para a Confraternização de Final de Ano).


domingo, 26 de outubro de 2025

Duas frases, uma palavra

A "ficha técnica" da Escola Bíblica Dominical hoje, na Igreja Batista Filadélfia, pode ser descrita assim: três cânticos iniciais – Podes reinar, Jesus virá, Pai celeste; leitura bíblica – Atos 8: 26-40; oração – irmã Damazia; cântico de um hino do CC – Salvação perfeita; breve explanação sobre um assunto envolvendo alguém não vinculado à Igreja; oração pelo irmão Alex, seguida de um louvor – hino 188, A nova do evangelho. Nesse momento havia aproximadamente 25 pessoas na assembleia quando Francisco Araújo, o pastor, descreveu o encontro inusitado entre Felipe e um eunuco que viajava na caravana de Candace, rainha etíope que, segundo o texto lido, se dirigia para Jerusalém, com o propósito uno de adorar. A retórica, interessante atravessou a fronteira bíblica, alcançando fatos históricos e personalidades contemporâneas, de maneira que a audiência, além de participar, se viu envolvida em um contexto de espiritualidade, mas também de rotina contemporânea.

O que foi dito anteriormente, por si só bastaria para nos revigorar espiritualmente nessa manhã de domingo. Porém, durante a apresentação do estudo, o pastor Francisco colocou à disposição e para reflexão do seu grupo duas questões e uma palavra, que por mais distantes ou desligados que estejamos elas certamente irão nos "incomodar" por algum tempo, em relação ao nosso papel no Reino de Deus aqui na terra. As questões – e a palavra – seguem: a) Como você se sentiria se algo muito interessante acontecesse, no município, através de você?; b) como falar do amor de Deus sem amor? E a palavra, enfatizada até ao final do discurso é sensibilidade. 
É certo que poderíamos tentar discorrer sobre esses três aspectos aqui, mas esse não é o propósito nesse texto. Esse, o propósito, é lembrar a cada um dos que ouviram a palavra, a necessidade de um aprofundamento nas nossas participações cotidianas, seja no âmbito espiritual, social ou familiar. Que assim despertemos, tendo como objetivo entender e responder aos questionamentos propostos, ou seja, avaliar até que ponto as ações de cada um estão impactando o seu entorno; em que ponto fica percebido algo positivo para o seu meio social em que a sua pessoa foi o ponto de ebulição. O outro questionamento diz respeito à maneira de como o amor de Deus está sendo anunciado; se estamos sentido a "chama da fogueira" queimar nosso peito ou apenas, pra cumprir o Ide, estamos a anunciar...
Por fim, a sensibilidade, ou seja, a percepção,  o cuidado em desenvolver-se com aptidão. Felipe, no texto, teve que correr, literalmente, para cumprir a ordem dada para aquele momento. Qual tem sido, portanto, a nossa maneira de desenvolver as nossas capacidades dentro da Obra? Que estejamos dispostos a correr, se a atividade proposta assim exigir.

(Zevall, out./25).



sexta-feira, 17 de outubro de 2025

ESSÊNCIA


     Uma postagem no Face, onde apareciam alguns jogadores considerados bons e de geração anterior, nos dia que o técnico na ocasião, ao ver a plêiade que tinha à sua disposição, falou apenas "vão lá e sejam vocês mesmos; se eu precisar fazer alguma alteração, aviso". Os resultados alcançados mostraram que o técnico (à época não existia a figura do coach; a diferença entre ambos os dois é que o primeiro aprendeu fazendo...). Tal fato, se aconteceu ou não nem é tão importante. O que importa mesmo é saber que, em diversos setores da sociedade – não há como negar – existiu uma geração diferenciada em um tempo não muito distante de nós. Isso sim, é fato.

    Fui a Presidente Dutra -Maranhão, recentemente. Uma vez ali me dispus a ir até Graça Aranha, algo em torno de 30 quilômetros além do percurso original. Para fazer uma visita surpresa à Jucely, irmã querida, se não por outro motivo, fui dar-lhe um abraço simbolizando meu pedido de desculpas por, em algum momento, ter sido um chato ou truculento. Sei, porém, que foi uma decisão acertada quando pensamos no valor da amizade e quando percebemos a efemeridade e urgência da nossa existência. Novamente vou discordar da expressão "amigo é coisa pra se guardar....". Amigo é pra ser exibido, desfrutado, abraçado, ouvido. Amigo é pra sorrir de piada sem graça, é pra ser ouvido e pra ouvir, é pra ser companheiro, enfim, amigo é pra ser amigo. Nunca pra ser colocado de lado por algo sem importância, dada a grandeza da amizade sincera, verdadeira, amada...

    Há alguns dias, ousei levantar um tema com um pastor amigo nosso e com o qual tenho certa liberdade em falar, para mostrar uma situação que tem me causado motivo de observação dentro do grupo. Mudanças tem acontecido e muitas são necessárias, mas a essência nuca deve ser perdida. A foto acima – Luiza Dias, Stella Porto, Vera Valentin, Evani Macedo e Judith Gomes, reunidas em um mesmo clic, me remete a uma conversa com o pastor Freitas, sábio homem de Deus, que conseguiu marcar profundamente a vida espiritual dos jovens que lhe foram confiados, a partir do final da década de 1970, no seio da Igreja Evangélica Batista de Floriano, onde na ocasião ele disse "vocês devem se reunir, estejam onde estiverem, pelo menos de dois em dois anos...". Sabem pra quê? Manter a essência, trocando ideias, compartilhando experiências, abraços e calor humano. Foi isso que esse grupo aprendeu. Vou me repetir, eu sei, usando um argumento já citado em texto anterior e recente – fragmento de um cântico, onde se diz que "por tudo que temos ouvido, vivido, aprendido e visto.."  e aqui acrescento, do mesmo cântico,  "unidos no corpo de Cristo). Essa é a essência que estou a discutir. Unidos no corpo de Cristo, na igreja, nos congressistas, nos antigos acampamentos, mas também recebendo, visitando, abraçando...

Judith e William  – seu esposo e figura de simpatia que contagia – visitaram nossa cidade em data próxima passada e, na ocasião, questionei com ela sobre onde iam passar a noite, pois aprendemos, na nossa geração e no nosso grupo, a "cuidar um do outro" (g/a). Posteriormente o casal permitiu que eu os convencesse e foram para perto de nós. Judith, fazia um pouco mais de 40 anos que nos havíamos encontrado; Evani, Luiza e Vera, nos encontramos em Teresina no II EGE, duas delas, um pouco antes,  também em Picos, onde Zé Brito e a Rainha nos receberam. No caso de Evani, uma vez estivemos juntos na rodoviária em Teresina, ocasião em que Elias também esteve presente.  Há três ou quatro dias, enviei mensagem pra o Ivan, nosso bispo, lhe cobrando pela sua falta de notícias; Geiel, sempre mantemos contato. Mas esse grupo é muito maior e pode fazer "barulho" também maior, vez que é "raça eleita...".
    Quão bom e quão suave é – diz o salmista, que esses irmãos estejam juntos, seja pra tomar café, comer arroz com abóbora, tocar e cantar louvores ou apenas pra trocar um abraço que, entre outros motivos, pode estar querendo dizer, simplesmente, preciso de ti, hoje, agora. Afinal, "amanhã pode ser muito tarde". O hoje e agoraé, portanto, a escolha certa. O quinteto de meninas – todas em um ou outro momento foram acampantes, mandou bem. O desafio foi lançado aos meninos: fazer foto igual, ou seja, se encontrarem em momento qualquer.

(Zevall, out./25).



segunda-feira, 13 de outubro de 2025

EU, LOUCO

Sonhos loucos

solidões vazias 

lembranças confusas...

beijos cuspidos

sem sentimento 

ou nexo;

abraços frouxos

tresloucados

que machucam

e não estimulam;

palavras sem ternura

que não duram

e se perdem 

nos espaços.

O olhar para trás 

não se asoberta

se as certezas

nada foram;

não que seja vazio

o olhar

apenas não há 

o que se ver

no que ficou...

na imensidão 

do tempo sentido

onde o desamor

era causa e efeito

no que paixões lascivas 

expressas em toques

de membros obscenos 

que se aprofundam

(ou não),

não satisfaziam 

ou enganaram a um.

Promessas, muitas

todas sem olhar nos olhos

inocentes somente

para quem as ouvia

previstas

e enganos para um futuro. 

Promessas, tantas...

Promessas...

Sussurros arrepiantes

molhados

culminantes em êxtases 

solitários. 

Talvez os sonhos

não houvera tão loucos;

quem ousava

incitá-los,

certamente

vez que nada há de errado

em sonhar 

o erro provém do engano.

Sim, talvez não fossem 

tão loucos

mas (a minha) razão 

pervertida pelo amor

ou simplesmente 

pelo o que sonhou dele 

essa já não é...


(Zevall, "olhar para trás", out./25)

sexta-feira, 10 de outubro de 2025

Amigos além do tempo


Não se escondeu atrás do sorriso ou da dor;

apenas chegou.

E trouxe consigo paz tranquila,

alegria duradoura

e expressões de saudades

de tempos divididos;

não de romances ou aventuras insalubres,

nem de intrigas ou partilhas da tenra idade,

apenas chegou...

E trouxe ainda a meiguice do riso sem compromisso,

o abraço (re) confortante 

que somente as relações inocentes

e sem mácula são capazes de expressar,

e de abraçar não apenas de braços,

inda de coração.

Instantes ímpares e díspares ao mesmo tempo, 

onde, por frações temporais,

o silêncio – presente e preciso,

e a pessoa do outro fosse assimilada e sentida

e houvesse não apenas paz

como também gozo 

por estarem ali

em noite calma e serena...

Então, como houvera chegado

também partiu

o riso da alegria dando lugar às lágrimas da saudade

do aperto no peito 

e da ausência que seria sentida no porvir.

Na contemplação do tempo 

de horas transcorridas 

onde impera saudade,

a lágrima contida

(ou não...)

sinaliza que dias a passar

não sobrepuja o amor

de quem ama o amigo.


  (Zevall, para os amigos William e Judith, num dia de outubro/25)_

segunda-feira, 6 de outubro de 2025

EBENEZER

 

Ao recorrer ao Google buscando definição aceitável para amigo, tem-se que este é "que ou aquele que é ligado a outro por laços de amizade". Diante dessa noção, vimos a necessidade – para melhor compreensão, de esclarecer, também, o que seja amizade. Sobre esta, a mesma fonte nos coloca que é "um vínculo essencial à vida humana, que se baseia em três tipos: a) por prazer, onde busca mutua diversão; b) por utilidade, que foca no benefício mútuo e c) por caráter ou verdadeira, onde se ama a pessoa por quem ela é".

Em 05 de outubro corrente, o Café do Zevall pretendeu reunir um grupo de pessoas consideradas amigas para comemorar um aniversário; conseguiu. Na manhã deste domingo, algo em 20 irmãos/amigos compareceram, sorriram, se abraçaram, louvaram e agradeceram o momento de confraternização pura e desinteressada, onde estar presente e desfrutar a presença de cada um e a comunhão com todos foi o mote do encontro. E tomaram café juntos..., tia Zi, R7, Nonita, Feliz (José Félix), Rosália, Félix Jr.,  Maria de Jesus, Lucileide, Daniel, Ivone, Neuda, Rosinha, Iglésio e dois visitantes/viajantes que nos honraram – Judith e William, Além de Érika, Adriana e dna. Édna  (que não estiveram presentes fisicamente, mas que ajudaram para que a festa acontecesse), além da Anninha, que tomou café úm pouco mais tarde.

O Franzé (pastor Francisco Araújo), amigo paciente e benevolente para com a figura do aniversariante,  ao fazer uso da palavra pra agradecer pela data, exaltou esse valor humano tão necessário mas nem sempre exercitado, com sabedoria e visão esclarecedora, nos conscientizando da carência de prática mais efetiva da presença e da interação com aqueles que nos são marcantes e queridos. Foi, portanto, um momento de enlevo, tanto afetivo quanto espiritual. 

O que pode ser acrescentado à essa sensação de alegria vivida nesta manhã? – Talvez recorrer à uma música praticada na primeira metade dos idos de 1980, onde do seu refrão constava "por tudo  que temos ouvido, vivido, aprendido e visto (. . . ) e atrelar a este a expressão de I Samuel 7:12, onde  se afirma que "até aqui nos ajudou o Senhor". Nos ajudou confiando a permanência, permitindo que se completasse mais um ciclo, nos cercando daqueles que nos são queridos e que, em contrapartida, também se mostram com interesse sobre nós. E, ainda, nos enchendo de esperança.Resta-nos, portanto, agradecer; agradecer "por tudo que temos vivido". Esse sentimento de vivência se torna bem mais latente pela experiência de, num momento tão singular encontrar Judith, menina/senhora que se fez presente na companhia de William, sua "metade da laranja", alguém que, pela simpatia e humanidade, imediatamente foi incorporado ao grupo como o mais novo amigo. 
Por fim, "quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união". A esse, o lema do grupo, pode-se acrescentar que viver em união é sinônimo da prática da amizade, do sentimento verdadeiro de carinho e respeito por cada um que se aproxima de nós. Essa é a ideia; isso é o que sinto. E, por tudo wue tenho vivido, sou imensamente grato ao Senhor.


domingo, 21 de setembro de 2025

LIDERANÇA - A arte de comandar

      Hoje fala-se muito em coach que, numa visão do passado, nada mais é que um líder, um inspirador, um técnico que busca esclarecer ou guiar dentro de um determinado tema ou situação. Na busca de uma definição que esclareça o que é um líder, podemos afirmar tratar-se de alguém que "além de estar em uma posição de comando, o líder deve ser dotado de habilidade em guiar pessoas, inspirar confiança e criar uma visão clara de tarefas a serem desenvolvidas (adaptado)". Para ser líder, a pessoa geralmente adota um estilo de comandar àqueles que estão sob sua tutela, o que nos leva a três formas de liderança:

1. Autocrática – nessa situação o líder decide sozinho, assumindo as responsabilidades;

2. Democrática – o líder envolve o grupo, distribuindo tarefas e responsabilidades;

3. Liberal – (laissez-faire, deixar fazer). Neste caso, o líder concede autonomia ao seu grupo.

      Na EBD hoje, 21/09/25, o tema liderança foi tratado, tendo como base um texto do Novo Testamento, em Mateus 10: 1-22, onde foi discutido, principalmente, a liderança do Senhor Jesus no comando dos doze apóstolos. Vale lembrar que a Bíblia destaca grandes homens que foram efetivos na arte da liderança. Abraão, Isaque. Jacó, Moisés, Josué, este, lembrado nos ensinamentos de hoje, quando algumas características lhe foram atribuídas, tais como ser forte, corajoso e não temer as empreitadas a si confiadas. É possível que, à época do Velho Testamento, o estilo de liderança adotado, até pela dureza de coração do povo e a rudeza da vida que levavam, fosse o autocrático. Com ele o líder conseguia dominar e conter os ímpetos da turba. Mateus 10 deixa claro que o estilo adotado pelo mestre Jesus tendia mais para a democracia,  onde ele compartilhava melhor a ação dos seus comandados. Um exemplo  dessa democracia é que o mestre comandava com inquirição, parábola e discussões diversas, onde os súditos expressavam o modo de pensar. "Quem dizeis que eu sou?" E "levanta-te, toma o teu leito e anda" (...) liberdade de expressão e ação...
      Entre vários ensinos e comentários que foram possíveis hoje na assembleia, três pontos se evidenciaram, que são marcantes naquele que lidera, quando envolvido na causa do evangelho: a) o líder ensina; b) o líder envia o seu grupo grupo para praticar o que fora aprendido; c) o grupo entende que está sob a dependência do Senhor. Só e somente resvestido desse entendimento é que o trabalho será bem sucedido. O Senhor, portanto, é o sentido de toda realização de seu povo. Fica para nós, então esse e outros ensinamentos, que vale ressaltar, nos foi ministrado por aquele que tem-se revelado, a cada dia, o nosso líder na condição humana, pr. Francisco, vulgo Franzé, que tem nos liderado nos ensinos do líder maior, o Senhor Jesus. (Zevall).


quarta-feira, 10 de setembro de 2025

Renba – arte & massas

Renba – arte & massas, uma marca existente num passado não muito distante, reaparece com um novo conceito na produção de pães semi-artesanais pretendendo oferecer para aqueles que nos honram enquanto clientes, produtos que normalmente não são encontrados em outros locais.

Inicialmente, como novidades, temos o pão de alho e o pão de cerveja, além de um pão doce com "nova" roupagem - o pão Petrópolis, e o pão de batata tradicional porém produzido em uma nova perspectiva. Futuramente a ideia é lançar o pão de ervas, o pão de Cebola e o pão pizza, mas para isso queremos primeiramente consolidar um grupo de amigos/clientes que aprovem, depois de já haverem degustado e gostado, o que já temos apresentado.

Dentro dessa visão inovadora, nossa missão será oferecer não apenas "mais um produto", mas acrescido neste, qualidade, higiene, sabor e o compromisso da consistência e pontualidade na entrega do que é oferecido, pois entendemos que só assim nosso cliente, por merecer, se dará por satisfeito. Fazer, muitos dizem saber. Fazer com resultados satisfatórios, poucos conseguem. É isso que queremos conseguir.

Temporariamente estamos funcionando no bairro Taboca. Nosso contato (WhatsApp) é (89) 98148-0739. Esperamos em breve ter um local que se adeque às nossas necessidades e com espaço suficiente para recepcionar nossos clientes e amigos, para  um bate-papo, regado com o tradicional cafezinho das 16h. 

Resta-nos, portanto, agradecer, inicialmente a Deus por nós permitir empreender; ao Carlão e à Claudete, por nos oferecer meios de iniciar. Depois, a todos aqueles que já têm acreditado em nós e nós apoiado desde o primeiro momento. A todos, pois, nosso abraço, 
Zevall. 


sábado, 23 de agosto de 2025

Papa Pombo & nós

 

22 de agosto, noite comum, calorenta para o horário – algo em torno de 19h. Fomos os primeiros a chegar e já encontramos expectativas no local. O hospedeiro casal sempre sorridente nos recebe com efusividade. Enquanto aguardávamos a caravana fizemos uma visita ao Alemão, simpatia pura. Ele tem um bar próximo ao local onde seria realizado o culto e tem sempre assistido nossos encontros. Ontem ele fechou seu comércio e esteve conosco do início ao fim, e até emprestou umas cadeiras. Alemão já é nosso, pois temos certeza que o Senhor irá fazer a obra e nos dar essa vida como irmão e para a sua salvação. 

O grupo cresceu e às 19h32 o Pregador iniciou o culto. Alguns cânticos,  leitura do Salmos 100, oração pelo vice presidente da Igreja e a palavra passada ao anfitrião, Júlio Borges, nosso irmão agora de fato - já o era desde tempos idos mas ontem ele coroou essa irmandade declarando sua reconciliação, para honra e glória do Senhor Jesus. 

A mensagem foi baseada em João 10, onde o pregador destacou as características  de um relacionamento entre a ovelha e seu pastor. Fazendo uso de figuras de linguagem tais como metáforas e trocadilhos, Franzé nos induziu ao entendimento da perfeição de um relacionamento sadio entre o homem e o Senhor Jesus,  a ovelha e o Pastor, a fim de deixar claro que as principais marcas dessa convivência entre um e outro são  a) as ovelhas ouvem o pastor; b) reconhecem o pastor; c) seguem o pastor. Mensagem forte e edificante, que certamente terá deixado marcas profundas em todos os ouvintes.

Após a oração final, de louvor e agradecimento, um lauto lanche foi servido a todos os presentes que, além do grupo da igreja contou com vários visitantes, a saber, Antônio de Passos, dna. Creusa, Raimunda, Bené, Marilene, Ravena, Biena, Dudinha, Daniel, Leodoro, Irene, José, Denilson, Carlinhose Vanessa, lembrando que alguns desses representavam a Igreja Assembleia de Deus, tendo nos honrado com suas presenças.


Não basta que cantemos "glória pra sempre ao cordeiro de Deus...". É premente que o façamos de fato, e acreditamos que na noite de ontem na comunidade Papa Pombo, na residência de Júlio e Medianeira, o Senhor foi glorificado através do evangelismo da Igreja Batista Filadélfia. 

(Zevall, Olhando do meu quintal, ano II. n. 3, ago./25)

quarta-feira, 20 de agosto de 2025

A TURMA



     Ao iniciar o grupo, idealizamos alguns nomes  que o indentificassse, e começando com Turma do arroz com Abóbora. Seus membros se diversificaram e o que começou com seis ou sete pessoas hoje chega quase a três dezenas. Alguns, no decorrer do tempo, saíram; mas muitos outros chegaram para compor e para louvar ao Senhor. Até perdemos alguém de uma maneira que não queríamos mas isso faz parte de um plano muito além do nosso entendimento.
     Entre um e outro café noturno o grupo cresceu. Um convite aqui, outro ali; alguém que "ouviu falar" e quis participar e até alguns que chegaram e ficaram. Encontraram motivos para fincar raízes, identificando-se com as ideias e apresentando outras. Uma comunidade é isso, é mistura, é aconchego, riso, abraço, alegria...enfim, é liga a se transformar em bem comum.
     Nosso projeto, portanto e qual seja, o da comunhão, da confraternização, do louvor e da glória ao Senhor, tem sido alcançado e compartilhado e, assim, temos aprendido a amar mais tranquilamente, entendendo que "em Cristo somos vencedores", de uma vitória que preenche e satisfaz, nos tornando novas criaturas no sentido de ver o mundo e o nosso propósito nele de maneira mais clara, mais objetiva,  mais útil.
     A Turma do Arroz – agora sem o "Abóbora" –  imbuída da Graça e da Misericórdia do Pai, anseia continuar sua história, onde a presença de cada um é um elo a mais na corrente que faz com que todos estejam, assim, "unidos no corpo de Cristo".
     É essa a ideia; é esse o objetivo,  é essa a oração...      (Zevall, agora./25).
                          

CONFRA 22/11

  Sábado, 22 de novembro de 2025, noite que o Senhor nos deu para a realização de nossa confraternização de final de ano, bem como a comemor...