Que amemos mais,
que sejamos mais gentis.
A vida é tão curta; apeguemos-nos ao que é bom,
juntemos-nos com pessoas que em todos os dias
nos desejem um "bom dia"
e que tenha sempre uma palavra de apreciação.
Tais gestos fazem diferença
e alegram o coração.
Não sabemos até onde iremos,
nem tampouco quem estará conosco
quando nosso fim chegar.
Portanto, é tempo de rever o tempo,
remir o tempo, valorizar o tempo...
uma vez que este - o tempo - passa
sem percebermos; é tempo de agregar,
de juntar e não de espalhar ou separa.
Os nossos amigos,
ah!, esses são essenciais à vida;
nos convençamos mais, a cada dia,
dessa verdade.
Em tempo de desamor
o amor é a resposta;
na escola da vida "feliz é quem ama".
É tempo, pois, de abraçar mais,
sorrir mais, jogar conversa fora
perdoar mais que julgar,
é tempo... dá tempo,
dá tempo de sentir a leveza da alma,
de olhar o horizonte
e perceber ser tempo de ser feliz.
É tempo de viver, viver!
É tempo...
(NASCIMENTO, Jucely. Setembro/2019)
Se essa rua, se essa rua fosse minha... mandaria destacar todas as suas histórias importantes para a construção da hoje cidade de Floriano - Piauí.
segunda-feira, 2 de setembro de 2019
quarta-feira, 21 de agosto de 2019
"Quem será de nós agora?"
Tá tudo errado!
As turbulências políticas mostram
o quanto as lideranças estão sem rumo.
Para a população - o eleitorado - a situação
tornou-se objeto de chacota, desânimo e confusão.
não há mais um parâmetro uma vez que a democracia
há muito se encontra ultrajada e a nossa
tão comemorada Constituição de 1988 quase que se encontra
esquecida. Somos de um país democrático e isso é sabido por todos;
o que muitos não sabem que defendemos e usamos
o modelo representativo, onde o cidadão eleitor escolhe
o seu representante através do voto, esse valoroso instrumento
que nem mesmo o candidato o valoriza mais, dado o descrédito
que o mesmo tem perante todos. Melhor: de quatro em quatro anos
o voto sobe a sua cotação. Aquele candidato de sorriso fácil,
de tapinha no ombro e tremendo poder de oratória sai às
ruas e casas e se mostra complacente com nossos problemas e rotinas.
O sistema eleitoral cometeu bizarro erro. Precisamos
de uma campanha eleitoral de palanque - nossos políticos, repito, são
mero representantes - onde possamos ouvir cada proposta, os projetos
e conhecer as nossas possibilidades representativas. A mídia
tirou em muito esse "corpo a corpo", demagogizando ainda
mais o período eleitoral. Precisamos olhar e "sentir" o nosso candidato,
ouvir sua fala, o seu poder de convencimento e só a partir
daí escolher o melhor representante.
Além disso, a escolha de quem é candidato, pelos partidos,
precisa de critérios. Todos somos votáveis, claro; porém
nem todos temos - reconheçamos - a competência
necessária para tal afim.Uma vez eleitos os candidatos serão nossos
porta-vozes; terão a nossa fala, falarão por cada um
de nós...
O período eleitoral se encontra às portas. a relação de candidatos
está sendo elaborada. Preparemos-nos.
Que tenhamos zelo por essa nossa capacidade de escolha...
(Zevall, ago./19)
segunda-feira, 19 de agosto de 2019
Poemeto
Ao sentir
(saudade),
o sangue,
essa vertente
da vida,
ebuliu em mim;
e os compassos
do coração
e o meu respirar
se perderam
em seus
devidos tempos.
E o anseio em gritar
"te amo"
faz antever
outra vítima
das tais
loucuras de amor...
(Zevall, ago./19)
quinta-feira, 15 de agosto de 2019
Poema curto
O mar
praia deserta
solidão...
sob a luz do luar
percebo
passos teus
caminhados na areia.
Foges de mim?
(Zevall, ago./19)
(Zevall, ago./19)
quarta-feira, 31 de julho de 2019
Amor/fogo
Estar apenas;
alegria...
palavra certa na hora certa
sorriso amigo, cúmplice
abraço; mais abraços
certeza que tudo ficará bem.
Estar sempre comigo
companhia em horas incertas
em noites escuras
lembranças que confortam
em outras noites, a saudade que retém...
mas, que importa?
O calor do Sol é dádiva
a luz do luar, presente
e tenho a ti, o que preciso.
Contigo, teus beijos e abraços
- confiança do amor puro
indelével, sem ônus,
a preencher e saciar desejos contidos
( ou não).
O calor amigo a se inflamar
quando os corpos se tocam;
o abraço que aproxima e te detém em mim
na sofreguidão do baculejo
momento em que os sexos
se buscam e se encontram
enquanto línguas se delatam e se perfuram
em saciamentos que não se contém...
o gozo retardado, constante e esperado
renova a percepção do querer mais
e na superação do corpo exausto.
Resta, pois, apenas,
o respirar prolongado no dizer "te amo"
quando o meu (sexo) encontra o teu
e a certeza do recomeço nos faz indagar:
que amor/fogo é esse?
(Zevall, jul./19)
alegria...
palavra certa na hora certa
sorriso amigo, cúmplice
abraço; mais abraços
certeza que tudo ficará bem.
Estar sempre comigo
companhia em horas incertas
em noites escuras
lembranças que confortam
em outras noites, a saudade que retém...
mas, que importa?
O calor do Sol é dádiva
a luz do luar, presente
e tenho a ti, o que preciso.
Contigo, teus beijos e abraços
- confiança do amor puro
indelével, sem ônus,
a preencher e saciar desejos contidos
( ou não).
O calor amigo a se inflamar
quando os corpos se tocam;
o abraço que aproxima e te detém em mim
na sofreguidão do baculejo
momento em que os sexos
se buscam e se encontram
enquanto línguas se delatam e se perfuram
em saciamentos que não se contém...
o gozo retardado, constante e esperado
renova a percepção do querer mais
e na superação do corpo exausto.
Resta, pois, apenas,
o respirar prolongado no dizer "te amo"
quando o meu (sexo) encontra o teu
e a certeza do recomeço nos faz indagar:
que amor/fogo é esse?
(Zevall, jul./19)
terça-feira, 30 de julho de 2019
Doidinha
Cogitei te fazer um poema
porém não sei como começar;
escolhi diversos temas
analisei situações
lembrei-me de palavras e afagos teus
mas o meu poema não nasceu...
Pensei em quando nos conhecemos
como eras diferente;
sempre sorrindo, bem contente
e de como me recebeu...
de modo simples, tratou-me a contento
de tal maneira como dantes
ninguém me havia tratado
e mesmo assim
meu poema não nasceu...
E o que dizer do teu sorriso
meigo, doce, simples e cativante
pelo qual logo me apaixonei;
querer ficar perto, não sair
buscar algo, te servir
pensar contigo, sorrir contigo
andar e sonhar contigo
tudo isso planejei
e, ainda assim,
o meu poema não nasceu...
Pegar em tua mão a primeira vez
grande drama - recordei
o primeiro convite, o passeio e
dentro do carro, o primeiro beijo;
sorriso nervoso, meu e teu
a busca do conforto de um abraço
a minimizar o embaraço...
de tudo isso eu me lembro
de tempo e de espaço
mas ao tentar colocar no papel
rabiscar aqui e ali, descobri
que mesmo assim
o meu poema não aconteceu...
As histórias que contei
a festinha do bairro, os amigos
risadas e descontração
enfim, o primeiro passo...
porquê é tão difícil falar de coisas
que fazem nascer um grande amor?
transformar em poema,
narrar começo e meio (não há fim)
- o amor se prolonga por caminhos
e tempos sem fim...
o acelerar do coração
faz lembrar o objeto de devoção
o germinar de um amor em tempos idos
e que perdura... lembrar, lembrar, lembrar
e mesmo assim
meu poema...
Tempo dado ao tempo
barreiras a se transpor
sentimentos não esquecidos...
tentei escrever, fazer meu poema acontecer
porém, desisto!
digo não aos modelos gramaticais
e, apelando para a aritmética
vou simplificar:
te amei na primeira vez
e sempre que deixares
hei de continuar, sempre, sempre,
a te amar, doidinha.
(Zevall, jul./19).
porém não sei como começar;
escolhi diversos temas
analisei situações
lembrei-me de palavras e afagos teus
mas o meu poema não nasceu...
Pensei em quando nos conhecemos
como eras diferente;
sempre sorrindo, bem contente
e de como me recebeu...
de modo simples, tratou-me a contento
de tal maneira como dantes
ninguém me havia tratado
e mesmo assim
meu poema não nasceu...
E o que dizer do teu sorriso
meigo, doce, simples e cativante
pelo qual logo me apaixonei;
querer ficar perto, não sair
buscar algo, te servir
pensar contigo, sorrir contigo
andar e sonhar contigo
tudo isso planejei
e, ainda assim,
o meu poema não nasceu...
Pegar em tua mão a primeira vez
grande drama - recordei
o primeiro convite, o passeio e
dentro do carro, o primeiro beijo;
sorriso nervoso, meu e teu
a busca do conforto de um abraço
a minimizar o embaraço...
de tudo isso eu me lembro
de tempo e de espaço
mas ao tentar colocar no papel
rabiscar aqui e ali, descobri
que mesmo assim
o meu poema não aconteceu...
As histórias que contei
a festinha do bairro, os amigos
risadas e descontração
enfim, o primeiro passo...
porquê é tão difícil falar de coisas
que fazem nascer um grande amor?
transformar em poema,
narrar começo e meio (não há fim)
- o amor se prolonga por caminhos
e tempos sem fim...
o acelerar do coração
faz lembrar o objeto de devoção
o germinar de um amor em tempos idos
e que perdura... lembrar, lembrar, lembrar
e mesmo assim
meu poema...
Tempo dado ao tempo
barreiras a se transpor
sentimentos não esquecidos...
tentei escrever, fazer meu poema acontecer
porém, desisto!
digo não aos modelos gramaticais
e, apelando para a aritmética
vou simplificar:
te amei na primeira vez
e sempre que deixares
hei de continuar, sempre, sempre,
a te amar, doidinha.
(Zevall, jul./19).
segunda-feira, 1 de julho de 2019
Alegrai-vos sempre...
Somos o que somos e ninguém é capaz de nos representar melhor que nós mesmos. Somos, ao mesmo tempo, iguais e diferentes. Iguais por características herdadas enquanto seres humanos: respiramos, pensamos, temos as próprias necessidades e sentimos medo. Diferentes porque, na qualidade de humanos, somos gerenciadores das nossas vontades e capacidades e, nesse sentido, pensamos e aceitamos determinados pontos de vistas coletivamente mas na maioria das atitudes somos senhores do nosso arbítrio.
Os Encontreiros é um grupo formado por (sexagenários) amigos que pensam e aceitam um ponto de vista comum. Acreditam - os componentes deste grupo - em Jesus Cristo como o Senhor capaz de promover Vida Abundante entre os homens e por essa convicção o grupo se reúne quinzenalmente e sempre na casa de algum partícipe, para um momento de louvor ao Senhor Jesus e para se confraternizarem entre si. Não se trata de uma confraria mas sim de uma reunião de pessoas que se congregam à sombra da cruz, ligados pelo amor de Deus derramado aos homens.
![]() |
| Pr. Pedro (ao violão) - Pregador da noite. |
![]() |
| Esequias e Édna - 46 anos de Casados. |
![]() |
| Anninha, a dirigente do trabalho. |
![]() |
| Stelma, Leontina, Arlete e Evani, as meninas que se encarregaram de fazer o ambiente se encher de alegria. |
Assim, só nos resta agradecer. Ao Senhor, pela oportunidade; aos irmãos que nos receberam, pela excelente acolhida; a todos que participaram e pelo belo jantar que tivemos, onde Neuda Sá e Édna Feitosa, nossas "meninas-chefs" nos surpreenderam com a qualidade das iguarias servidas. parabéns e que o Senhor abençoe a todos. E VAMOS A BALSAS!!!
Assinar:
Postagens (Atom)
DE AMIGOS E IRMÃOS
Benito de Paula, certa vez e através de uma de suas músicas, se propôs a mostrar a um amigo ao qual ele prezava muito, alguns elementos – ...
-
Ao recorrer ao Google buscando definição aceitável para amigo, tem-se que este é "que ou aquele que é ligado a outro por laços de ami...
-
Renba – arte & massas, uma marca existente num passado não muito distante, reaparece com um novo conceito na produção de pães semi-artes...
-
Sábado, 22 de novembro de 2025, noite que o Senhor nos deu para a realização de nossa confraternização de final de ano, bem como a comemor...




