Ao recorrer ao Google buscando definição aceitável para amigo, tem-se que este é "que ou aquele que é ligado a outro por laços de amizade". Diante dessa noção, vimos a necessidade – para melhor compreensão, de esclarecer, também, o que seja amizade. Sobre esta, a mesma fonte nos coloca que é "um vínculo essencial à vida humana, que se baseia em três tipos: a) por prazer, onde busca mutua diversão; b) por utilidade, que foca no benefício mútuo e c) por caráter ou verdadeira, onde se ama a pessoa por quem ela é".
Em 05 de outubro corrente, o Café do Zevall pretendeu reunir um grupo de pessoas consideradas amigas para comemorar um aniversário; conseguiu. Na manhã deste domingo, algo em 20 irmãos/amigos compareceram, sorriram, se abraçaram, louvaram e agradeceram o momento de confraternização pura e desinteressada, onde estar presente e desfrutar a presença de cada um e a comunhão com todos foi o mote do encontro. E tomaram café juntos..., tia Zi, R7, Nonita, Feliz (José Félix), Rosália, Félix Jr., Maria de Jesus, Lucileide, Daniel, Ivone, Neuda, Rosinha, Iglésio e dois visitantes/viajantes que nos honraram – Judith e William, Além de Érika, Adriana e dna. Édna (que não estiveram presentes fisicamente, mas que ajudaram para que a festa acontecesse), além da Anninha, que tomou café úm pouco mais tarde.

O Franzé (pastor Francisco Araújo), amigo paciente e benevolente para com a figura do aniversariante, ao fazer uso da palavra pra agradecer pela data, exaltou esse valor humano tão necessário mas nem sempre exercitado, com sabedoria e visão esclarecedora, nos conscientizando da carência de prática mais efetiva da presença e da interação com aqueles que nos são marcantes e queridos. Foi, portanto, um momento de enlevo, tanto afetivo quanto espiritual.

O que pode ser acrescentado à essa sensação de alegria vivida nesta manhã? – Talvez recorrer à uma música praticada na primeira metade dos idos de 1980, onde do seu refrão constava "por tudo que temos ouvido, vivido, aprendido e visto (. . . ) e atrelar a este a expressão de I Samuel 7:12, onde se afirma que "até aqui nos ajudou o Senhor". Nos ajudou confiando a permanência, permitindo que se completasse mais um ciclo, nos cercando daqueles que nos são queridos e que, em contrapartida, também se mostram com interesse sobre nós. E, ainda, nos enchendo de esperança.Resta-nos, portanto, agradecer; agradecer "por tudo que temos vivido". Esse sentimento de vivência se torna bem mais latente pela experiência de, num momento tão singular encontrar Judith, menina/senhora que se fez presente na companhia de William, sua "metade da laranja", alguém que, pela simpatia e humanidade, imediatamente foi incorporado ao grupo como o mais novo amigo.

Por fim, "quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união". A esse, o lema do grupo, pode-se acrescentar que viver em união é sinônimo da prática da amizade, do sentimento verdadeiro de carinho e respeito por cada um que se aproxima de nós. Essa é a ideia; isso é o que sinto. E, por tudo wue tenho vivido, sou imensamente grato ao Senhor.