terça-feira, 11 de setembro de 2018


Declaração
Amar-te sempre
A qualquer hora ou lugar,
Sem medo, sem receio;
Sem pensar em desatinos
Apenas te amar.
Amar com toda a força
De um coração que ama
Que sabe o que quer
E que sabe amar...
Com paciência, em todo o tempo;
Nas alegrias
Ou quando os dias não forem
Tão alegres assim.
Amar em todos os caminhos e rumos
Fáceis ou difíceis de serem trilhados
Ou seguidos, sorrindo sempre
Amando sempre
E sempre querendo o teu amor
Do jeito que é – em todas as suas cores e formas.
Sei, quero amar-te sempre
Andando de mãos dadas, fazendo cafuné
Banhando e brincando n chuva
Te jogando areia
Ouvindo musica suave
E arriscando cantar para ti
Meio desafinado, não importa
- a métrica do amor nem irá perceber
Que não sei cantar.
Menina, é isso que quero
Amar-te sempre e do meu jeito
Jeito que se dá bem com o teu jeito
Um para  o outro; um no outro
Bem simples assim.
Tu deixa?
. . . (?)
(Zeval, set./2018)

quarta-feira, 22 de agosto de 2018

Mais um poema




Meu poema
Não fala de amor
Nem de beijo
Ou de abraço.
Meu poema não fala
De solidão
Ou de momento triste;
Não fala
De partida
Nem da dor
De ter perdido
Um amor.
Meu poema
Não é alegre
E nem é triste;
Não tem luares
Nem céu estrelado.
No meu poema
“aquela nuvem não passa”
Nem “você foi
O maior de todos os meus casos”.
Meu poema
É apenas um poema
Que me faz chegar a ti.
Ou não será um poema?
(Zevall, ago./2018)

quarta-feira, 15 de agosto de 2018

Baculejo

Gostar, eu gosto.
Gosto do ar rebelde
que emana de ti;
do cabelo despenteado
e do corpo suado.
Gosto dos teus cheiros,
em todas as partes
e locais - os mais escondidos
são os mais exóticos,
e do despertar que produzem em mim.
Gosto do abraço apertado,
do corpo colado, a tal ponto
que nossos sexos entram em ebulição
e não mais se controlam. 
Gosto do momento em que,
entre gemidos e afagos,
tu dizes: "vem pra mim"!
depois, perco a noção
de tempo e espaço
e da razão de ser e, por teus espasmos
percebo que me acompanhas
e chegas comigo.
gosto, gosto muito de ti
que fazes acontecer.

(Zevall, ago./2018)

domingo, 12 de agosto de 2018

Dia dos Pais

Na convenção que foi instituída, em tempos idos e por motivos que não vem ao caso, comemora-se neste segundo domingo de agosto, o Dia dos Pais. Merecido, diga-se de passagem. O pai que, salvo uma e outra sociedade antiga que tenha optado pelo sistema matriarcal, onde a mãe era a chefe suprema da família, as demais sociedades designaram o pai para a tarefa de suprir todas e quaisquer necessidades no âmbito do bem estar familiar. Cultura, educação, defesa, princípios diversos, ou seja, a formação e manutenção dos seus era (e é) responsabilidade sublime do pai.
É perceptível que não há um "oba-oba" em torno deste dia como acontece no mês de maio em relação ao dia das mães, o que não desmerece e nem tira o brilho e a importância de um abraço pela manhã, bem cedo; aquele café na cama tão difícil de ser visto hoje e, como não poderia deixar de ser, aquele almoço especial. Tudo faz parte e é muito bom!
Assim, parabéns aos pais! A todos. A tarefa não é simples; às vezes nos cansa demais, mais vale a pena. O sorriso recebido ao chegar do trabalho; a alegria  da criança ao mostrar o primeiro boletim da escola, sempre esperando que digamos "está ótimo", o aconchego na hora de dormir, entre tantas outras manifestações - simples e verdadeiras - fazem um pai sentir que a tarefa está sendo cumprida. E assim será. Abraços a você, paizão!
(Zevall, ago./2018)

sexta-feira, 10 de agosto de 2018

Pra você, menina...!

A tua boca

A tua boca
de beleza pura
de sorriso fácil
e com um quê de sensual.

A tua boca

de beijo molhado
fugaz ou de morado
selinho ou, quem sabe,
de gozo
é a tua boca que determina.
Capaz de extravasar
pensamentos e fantasias
que transporta às alturas
sem que saiamos do chão.

Boca doce qual favo de mel
num instante;
salgada, de tuas lágrimas,
em outros momentos.
Boca de sabores diversos
que a todos conheço...

A tua boca

de beleza pura
de beijo louco
do gozo que satisfaz...
Quero sempre essa tua boca!

        (Zevall, ago./2018)





quinta-feira, 9 de agosto de 2018

(...) Poema que falasse de amor


Gostaria de escrever um poema que falasse de amor.
Não do amor vulgar, de falsas promessas, amor de oportunidades e interesseiro.
No meu poema falaria do amor genuíno
Amor dos entes apaixonados.
Amor desprovido de interesses, verdadeiro...que faz o coração bater forte no peito.
Esse amor que faz sentir saudades do ficar longe e que não se enfada por estar perto.
Não o amor apenas do beijo e (ou) do abraço ou o que se confunde com sexo.
Falaria, no meu poema, de ternura, do saber ouvir e da paciência ao falar;
O amor do “pic – nic”, da música suave e do olhar apaixonado....
Do amor das mãos dadas, do comer pipoca juntos e de assistir a um filme retrô,
Eu falaria também.
Ah, esse poema iria falar de muitas coisas
Desde que essas coisas fossem “coisas do amor”.
Será que tu gostaria de um amor assim?
– nem sei se teria graça...
(Zevall, Ago.2018)

terça-feira, 24 de julho de 2018

Com a Turma 311 em aula extra

Thiago Vieira, Aílton, Sandrival Jr., Sthefanie, Paloma, Ingrid e João Vítor.
Autor: Prof. Dias, 20018.


A virada de mês se aproxima e, com ela, a proximidade de reinício das aulas, o que significa final de férias. É notória á a agitação dos alunos preocupados em saber quando será o primeiro dia de aula. Alguns viajaram; outros se organizaram em torno de um programa doméstico, mais em conta e sem o incômodo de se ausentarem do seio de familiares e amigos. Outros simplesmente aproveitaram para dormir mais, ou seja, cada um com seu modo de aproveitar o interregno entre o segundo e o terceiro bimestre escolar de 2018.
Alunos em aula - turma 311
Fonte: prof. Dias, 2018
Essa ponderação nos remete à quinta feira, 05 de julho, último dia letivo da turma 311 da escola João Leal de Nazaré do Piauí. Dia de aula diferenciada para os alunos de Terceiro Ano dessa turma. Durante a aula de história, e por dois motivos particulares, saiu-se da pasmaceira dos livros e das escritas para um “corpo a corpo” entre os alunos e o professor. nada de pânico; era um confronto saudável e descontraído.
A proximidade das avaliações foi o primeiro motivo listado para  que se mudasse a rotina em sala de aula. Nada de livro ou caderno; predominou, em vez disso, um bate papo onde cada aluno se dirigiu a outro previamente escolhido para lhe dirigir algumas palavras, podendo (e devendo) dizer o que pensasse ou quisesse em relação a este. Situações tais como quando e onde se conheceram os primeiros anos na escola, o grau de amizade  quem “azarou” quem, etc., fez parte das narrativas entabuladas. Muita descontração  e alegria neste momento singular e necessário para uma turba que conviveu essa primeira metade do ano praticamente junta.
O segundo motivo para essa mudança de atitude em sala de aula a iminente partida de um dos alunos pertencentes ao grupo para outras paragens, agora cearenses, pois seus pais estão a mudar de endereço municipal. Trata-se de um aluno “moleque”, brincalhão e amigo de todos e que certamente deixará uma lacuna no circulo de amigos seus, inclusive, certamente, entre os professores, pelo carisma e nível de convivência com cada um. Este aluno é Rennaud, para que nós desejamos sucesso nessa nova empreitada. Que seus caminhos sejam povoados de honestidade e sinceridade, bens inalienáveis e que constitui marcas de personalidade importante para o ser humano.
Prof. Dias, "Vieirinha" e Aílton.
Fonte: Prof. Dias, 2018
Pedagogicamente o grupo perdeu uma aula onde os trâmites  da Primeira Grande Guerra, com todas as suas nuances, incluindo aí a falsa ideia de que o mote inicial do conflito teria sido o assassinato do arquiduque Francisco Ferdinando, na cidade de Sarajevo.  Além disso, o choque psicológico da mudança no modo de representação social na Rússia revolucionária, assunto que, no livro didático adotado, vem atrelado à temática da Guerra, destacando conflitos e lideranças e culminando com a união das republicas a formar, doravante a gigante URSS. No entanto o grupo ganhou em afetividade e respeito. Respeito por si e pelo outro; respeito pela maneira de encarar o rompimento de laços afetivos, de considerar um amigo que parte em busca de outros rumos.
O terceiro bimestre vem aí. Nele teremos tempo – e pretendemos – para estudar os assuntos seguintes, quais sejam, A era Vargas, onde serão abordados tópicos tais como a sociedade brasileira na década de 1920; o fim da Primeira República e o Estado novo. Em seguida será tratado o Tema Segunda Guerra Mundial, os caminhos da guerra; as ofensivas do Eixo; o mundo entre os anos de 1942/11944 e, também, a participação do Brasil no conflito. 
Por fim se estudará as transformações mundiais durante a Guerra Fria, as configurações dessa guerra psicológica, a bipolarização EUA x URSS e  o  decorrer da corrida armamentista.
Mizael Moura - "o aluno".
Fonte: Prof. Dias.







Desse modo, com baterias recarregadas, com vontades redobradas e com muita convicção de que “dias melhores virão” e que o futuro de cada um depende exclusivamente de si, havemos de recomeçar a 1 de agosto. Como é possível se ver e sentir, não houve perda de tempo; houve sim, um acréscimo na valorização de sentimento e amizade por parte de cada um que participou do momento. É isso aí!
(Zevall, jul./2018).  


DE AMIGOS E IRMÃOS

Benito de Paula, certa vez e através de uma de suas músicas,  se propôs a mostrar a um amigo ao qual ele prezava muito, alguns elementos –  ...