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Estaremos recebendo em nosso meio o casal Beray e Noeme (que me acostumei chamar Noeme Gomes; o Beray me desculpa). Iremos recepcionar o casal dia 26/10 em Asas de Socorro. contamos com o apoio de nossos irmãos na ocasião.
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Por enquanto é isso. Graças a Deus porque nosso projeto está em andamento. o Panfleto n° I está publicado.
Zevall, 10/10/21.
Se essa rua, se essa rua fosse minha... mandaria destacar todas as suas histórias importantes para a construção da hoje cidade de Floriano - Piauí.
domingo, 10 de outubro de 2021
OLHANDO DO MEU QUINTAL - Ano I - N° I
Ontem na casa do casal Jezaias e Nonita realizamos mais um encontro do Arroz com Abóbora. Tudo dentro da normalidade não fosse pelas presenças novas que muito nos alegrou: Sérgio, Carmem, Chagas e Stelma. Demais eram rotineiros, tendo faltado Daniel e Franzé porque tinham outros compromissos. Mas foi um bom encontro, onde louvamos, sorrimos e nos deliciamos com um saboroso jantar. Breve tem mais!!!
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Parabéns ao casal, encontreiros e amigos, pela significativa data em suas vidas. Bênçãos tem sido derramadas e é motivo de agradecimentos nossos. Daniel e Neuda são amigos de longas datas; muitos caminhos e muitas aventuras já percorremos juntos. Um abraço a eles.
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Estes irmãos, Nonita e Hower, foram agraciados durante a semana com mais um aniversário. Na oportunidade do encontro ambos receberam os parabéns dos irmãos e o Sérgio fez a oração de agradecimento pelas vidas. "Grandes coisas o Senhor tem feito...".
sábado, 9 de outubro de 2021
"OLHANDO DO MEU QUINTAL"
Periódico? Sensacionalista? Fofoqueiro ou apenas visando dar cobertura aos fatos que sejam interessantes aos remanescentes da tão badalada JUBAPIMA?
Há, hoje, o grupo de São Luís, o grupo de Picos e o grupo de Floriano, o conhecido como ENCONTREIROS. Todos se movimentam; todos produzem notícias que são do interesse dos demais, dentro da lógica do 'politicamente correto' e feito com decência e ordem, como orienta a Palavra.
Assim, com inspiração em um jornalista fictício, personagem de um dos muitos livros que leio, nasce "OLHANDO DO MEU QUINTAL", panfleto que pretende se lançar simultaneamente no blog, no face e no Instagram. Precisa apenas que irmãos, amigos e simpatizantes colaborem nos enviando material. O editor não será o professor/historiador Eisenhower, mas apenas o amigo de todos Zevall.
Vamos nessa!!! Logo sairá o primeiro número oficialmente.
Um abraço a todos, do editor.
quinta-feira, 7 de outubro de 2021
As meninas de Floriano
Geralmente quando falamos em destaques na Juventude Batista se sobressaem os rapazes. Até pelo engajamento, facilidade de locomoção, retórica, etc. Mas isso não é regra ou padrão. Na foto acima, da esquerda para a direita temos Suzana, Edi, Evani, Leontina e Rosinha, cinco jovens e belas mulheres que no período de início dos anos de 1980 até meados de 1990 foram pilares da nossa União de Mocidade, a nível local, e da juventude quando se pensa em nível regional. Existiam outras cooperadoras, é claro; mas aprendemos muito com estas meninas-moças. Fui, pela graça de Deus e vontade dos irmãos, presidente de mocidade algumas vezes e em todas as ocasiões pude contar com o apoio e cooperação dessa galera. Com elas por perto sempre se podia contar com um bom trabalho. E se divertir bastante. Fica o registro.
Eisenhower (Zevall), professor/historiador, com orgulho dessa parceria, out./2021.
sexta-feira, 24 de setembro de 2021
Luzeni e seus "causos"
A legenda na foto acima representa bem o que o Luzeni é para todos da Igreja em Floriano, bem como à Jubapima: um amigo querido e respeitado por seus pares. Uma referência para a nossa juventude que com ele teve o privilégio de conviver.
É o Luzenir professor da EBD ou o presidente de mocidade da igreja Evangelica; É o Luzenir que decorou o livro de Colossenses para participar da gincana em Socopo e que jogava bola, fosse qual a modalidade que se lhe apresentava. Ou, seja, Luzeni não tinha ou não deixava que problemas físicos o colocasse em patamar "diferente".
É justamente por essa paixão pela vida e pelo seu afã participativo e usando a foto como objeto de recordações que iremos relembrar um episódio que envolve tanto o Luzeni como outro irmão também muito querido de todos e não menos participativo, que nos retiros e congressos sempre estava presente: José Brito.
Salvo possível engano, essa foto foi tirada na chácarado pr. Freitas (maio/2014, segundo informações de nossa irmã Edi) mas que lembra em muito um congresso realizado no colégio Agrícola de Floriano, congresso este presidido por outro irmão de muito carisma em nosso meio, o Daniel Almeida. Ocorre que, na hora do lazer à tarde, em uma partida de vôlei que envolvia jovens de Picos e de Floriano, coube ao Zé Brito ser um dos atletas e o Luzeni ser o árbitro de tão singular confronto. Tudo correu bem, como não poderia deixar de ser. Mas só até o momento em que um lance considerado polêmico colocou frente a frente nossos dois ilustres personagens, o atleta e o juiz da partida.
É claro que houve confusão, com um bate boca generalizado e com Zé Brito tirando o apito do honorável mediador de tão disputada partida, fato este que encerrou as discussões com uma frase singular do Luzeni. disse ele na ocasião: "já vi jogos em todo lugar do mundo, pela TV, mas nunca vi um atleta tomar um apito de um juiz".
Obs.: Esse texto é uma homenagem ao Luzeni, bem como ao Zé Brito e a todos os (antigos) jovens que fizeram a Jubapima.
Eisenhower (Zevall), professor/historiador, set./21.
sábado, 18 de setembro de 2021
Sobre Retiros e outros afins
No dia 16 de fevereiro de 1980, por volta das 9h, o pr. Freitas me trouxe da antiga rodoviária de Floriano, vez que eu chegava de minha segunda viagem a São Paulo, exatamente para este local. A comunidade vista ao fundo é o bairro Taboca em sua saída sentido Ponte de Pedra, local que os jovens batistas dos anos de 1980/90 conheciam muito bem.
Neste bairro, em uma antiga morada da saudosa conselheira da mocidade Diva Simplício, senhora atuante em outros departamentos da igreja e muito ligada aos jovens, seria realizado, nos dias 16 a 19 de fevereiro, o Retiro de jovens da mocidade Batista. Na ocasião o orador foi o pr. Mário Gomes de Barros, também forte entusiasta da causa do jovem batista. O tema, não o sei dizer na íntegra, mas era algo voltado ao papel do jovem no seu relacionamento com o seu Deus. Ciro Rodolfo, de saudosa memória, foi um dos conselheiros na ocasião.
Hoje (18/09/21), ao determinar o roteiro da minha caminhada, decidi voltar ao local para ver como se encontrava e sentir um pouco de saudade daqueles tempos. O que vi, ao tempo que me rememorou alguns acontecimentos da época, me encheu de tristeza por vê algo ligado à nossa história tão degradado e abandonado.
A foto acima mostra a casa grande, casa está que era, ao mesmo tempo, dormitório das moças, cozinha e salão de reuniões. nesta casa as palestras matinais e o culto da noite eram realizados. Tudo muito simples porém aconchegante e cheio de comunhão e de amor.
Na foto da direita percebe-se onde ficavam os antigos estábulos e currais, que foram devidamente limpos e preparados para ser o dormitório masculino. Ainda se percebe ruínas, tanto nesta foto como na anterior, da construção da casa assim como dos tanques e cochos de alimentação dos animais, pois o local era uma pequena fazenda da Família Simplício.
Dizem que "recordar é viver". Eu acredito que faz bem ao nosso coração saber que já fomos protagonistas de belas e importantes histórias no caminho que decidimos seguir, ao lado do Senhor Jesus. Fica o registro.
Eisenhower (Zevall), professor/historiador, set./21.
domingo, 12 de setembro de 2021
Um "Arroz com..."
Da esquerda para a direita, o garoto João Pedro, Neuda Sá, Daniel Almeida, Israel Araújo, Edi Carvalho e Leontina Medrado; o local, a casa do nosso amigo/irmão José Félix, à rua Sete de Setembro. Um encontro da turma dos "Arrozeiros" que foi bem frequentado e muito abençoado pois marcou o ingresso de Jezaias e Nonita no grupo e, além destes, estiveram presentes, ainda, os irmãos João Sátiro e Leomar, compondo com os demais, já assíduos nos encontros.
Está na hora de voltarmos a nós encontrar. Precisamos...
ZEVALL, Turma do Arroz com Abóbora, set./2021.
quinta-feira, 2 de setembro de 2021
O Brasil espoliado
Recebi recentemente um post que dizia que nesta semana "todo patriota" deveria mudar a foto do seu perfil para a bandeira verde-amarela. Surgiu-me, a partir da ideia, uma dúvida: quem pode ou qual o critério para definir se eu sou patriota ou não?
Me tornei apolítico ultimamente por perceber a arrogância de algumas pessoas dementes politicamente que entendem que podem manipular as vontades alheias baseadas no seu modo de pensar. Para estes, o direito de escolha foi abolido - ou cerceado, há muito tempo.
O Brasil, por fim, virou objeto de disputa pela cor que cada cidadão elege ideologicamente; sendo que muitos se abrogam o direito de ser exigente ou autoritário. E assim o país segue capengando, em meio à ignorância e à estupidez...
DIAS, Eisenhower. Historiador/blogueiro.
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