segunda-feira, 16 de abril de 2018

Projeto de Pesquisa


1.    INTRODUÇÃO

Qual o melhor projeto de ressocialização de crianças e adolescentes infratores? As leis vigentes no Brasil estão adequadas aos índices de criminalidades incidentes nesta faixa social? Qual o melhor caminho a seguir?
Essas perguntas fazem parte de tantas duvidas que permeiam à todos os brasileiro que se preocupam com o aumento das infrações praticadas por crianças e adolescentes no país e é possível afirmar que é consenso de que algo precisa ser feito.
Tendo como exemplo um crime de estupro praticado por adolescentes na cidade de Castelo do Piauí – Piauí este projeto de pesquisa pretende analisar situações e fenômenos marginalizantes de crianças e adolescentes  nas cidades brasileiras, as leis que tratam de punições e correções e a praticidade dos projetos socioeducativos voltados para esse fim.
Tendo como tema O menor infrator e o projeto de ressocialização: o ECA como instrumento diretivo de aplicação das medidas socioeducativas  e amparando-se no problema “É possível um projeto de ressocialização que seja, ao mesmo tempo, punitivo, corretivo e instrumento de inserção social visando o bem estar do menor infrator?” este estudo pretende analisar as partes envolvidas, deste o adolescente até os projetos voltados para a sua inserção social, avaliando leis , discutindo o ECA e procurando descrever quais os melhores caminhos para a efetivação desse mote.
Nesse propósito não pretende ser um manual dentro do assunto mas tão somente avaliar a atual situação do adolescente infrator, suas causas, as medidas adotas e sua situação ao término de sua socialização. Conseguindo isso o seu objetivo, destacar a legitimidade dos preceitos contidos no ECA para a efetivação de medidas socioeducativas, estas voltadas para a recuperação social do adolescente, terá sido  atingida.





2.    TEMA:
 Medidas socioeducativas para adolescentes.

2.1  TÍTULO:
O menor infrator e o projeto de ressocialização: o ECA como instrumento diretivo de aplicação das medidas socioeducativas.

2.2  PROBLEMATIZAÇÃO: É possível um projeto de ressocialização que seja, ao mesmo tempo, punitivo, corretivo e instrumento de inserção social visando o bem estar do menor infrator?

3.    OBJETIVOS

3.1  Geral: Enfatizar a legitimidade dos preceitos contidos no ECA – Estatuto da Criança e do Adolescente, para a efetivação de medidas socioeducativas.

3.2  Específicos:

ü  Analisar os diversos tipos de infração praticados por adolescentes;
ü  Destacar cada qual desses tipos de infração com os dispositivos contidos no ECA – Estatuto da Criança e do Adolescente;
ü  Demonstrar os benefícios da aplicação dos dispositivos do ECA na recuperação e ressocialização do adolescente infrator.

4.    JUSTIFICATIVA

A proposta deste projeto é analisar o tratamento dispensado ao adolescente infrator dentro de instituições específicas para esse fim observando todos os aspectos inerentes a esse processo, tais como, adequação das instalações, tratamento direcionado ao adolescente entregue a agentes sociais responsáveis pelo trabalho socioeducativo, a aplicabilidade de dispositivos legais para o projeto, atividades voltadas para a ressocialização, entre outros elementos.
Além disso, propõe também, acompanhar o desenvolvimento do sujeito/objeto – o adolescente – dentro do processo de ressocialização, verificando a sua evolução, as dificuldades e as necessidades de mudanças no método adotado.
Desse modo espera-se que os elementos envolvidos – o adolescente, os agentes sociais, o processo e o fim , qual seja, a mudança no modo de encarar os novas perspectivas que lhes são oferecidas – sirvam tanto para a análise, conceitual ou prática, quanto à observação em situações futuras onde haja necessidade de base conceitual anterior de fato envolventes do adolescente infrator, um projeto socioeducativo e um fim a ser alcançado, ou seja, a ressocialização do individuo marginalizado, tudo respaldado pelo ECA – Estatuto da Criança e do Adolescente.

5.    METODOLOGIA

Este trabalho será quanto ao seu procedimento de coleta de dados, baseado em vasta bibliografia especializada encontrada em livros, fontes pesquisadas em sites e trabalhos acadêmicos temáticos, uma pesquisa bibliográfica, mesma característica verificada quando o mesmo for analisado segundo a fonte de informação. Segundo a natureza dos dados coletados, será uma pesquisa qualitativa.
Esta abordagem, de acordo com Diehl (2004) permite, para o pesquisador, “melhor liberdade teórico-metodológica” durante o estudo efetuado, e afirma
Os limites de sua iniciativa são fixados pelas condições exigidas a um trabalho científico, mas ele deve apresentar estrutura coerente, consistente, originalidade e nível de objetividade capaz de merecer a aprovação dos cientistas num processo intersubjetivo de apreciação (DIEHL, apud. BRUGGER, 2011, p. 50).
Observados estes procedimentos quanto à metodologia a ser adotada nesta pesquisa resta afirmar que, em referencia ao tipo de pesquisa segundo os seus objetivos esta será, ao mesmo tempo, um trabalho exploratório-descritivo. Exploratório no que se refere  a  sua clareza em relação ao processo investigativo; descritivo por objetivar descrever particularidades relativas à sua proposição.

6.    REVISÃO BIBLIOGRÁFICA
A disposição que caracteriza, no ECA – estatuto da Criança e do Adolescente – no que “se considera criança (...) a pessoa até doze anos de idade incompletos, e adolescente aquela entre doze e dezoito anos (ECA, 2009, p. 45), e esclarece que

A criança e o adolescente gozam de todos os direitos fundamentais inerentes à pessoa humana, sem prejuízo da proteção integral de que trata essa lei, assegurando-se-lhes, por lei ou por outros meios, todas as oportunidades e facilidades, a fim de lhes facultar o desenvolvimento físico, mental, moral, espiritual e social, em condições de liberdade e dignidade (ECA, 2009, p. 45).

Dispondo inicialmente da caracterização da criança e do adolescente, o texto do ECA – Estatuto da Criança e do Adolescente – prossegue para, no seu Artigo 3º, discorrer de alguns aspectos práticos que se referem a estes o primeiro destaque é que, tanto acriança quanto o adolescente, amparados pela lei, hão de gozar “de todos os direitos fundamentais inerentes à pessoa humana”(IBID).
Essa afirmação, portanto, remete à necessidade de conhecimento de quais sejam esses direitos, não mais direitos específicos  da criança ou do adolescente, mas da pessoa humana, do individuo que, pressupõe-se, encontra-se sob a tutela do Estado no que se refira à sua proteção individual.
Segundo a Constituição Federal e no âmbito do conhecimento desses direitos fundamentais, o Artigo 5º assim se apresenta

Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no país a inviolabilidade do seu direito à vida à liberdade, à segurança e à propriedade, [nos termos  seguintes] (BRASIL, 2001, p. 5).

E acrescente, no Inciso I que “os homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações, nos termos desta Constituição”.
Posto o esclarecimento de quais sejam as condições dos direitos fundamentais individuais e, ressaltando-se que a condição para o seu exercício é a de ser brasileiro ou, não sendo, ser estrangeiro residente no país, o individuo gozará também de oportunidades e facilidades, estas intuindo “o desenvolvimento físico, mental, moral, espiritual e social (ECA, 2009)”.
6.1  Ato infracional: Conceito
A definição jurídica, de acordo com o ECA (2009) no seu Artigo 103 diz que “considera-se ato infracional a conduta descrita como crime ou  contravenção penal (p. 73)”. Tal conceito exige esclarecimento que condiga com o senso comum, com o cotidiano social.
Assim, para crime, de acordo com Villar (2011) é “ato ilegal; ação condenável; (...) acusação, conduta de que alguém é acusado, injuria (p. 246)”. Tomando segundo exemplo, Bueno (1995, p. 312) define crime como “transgressão da lei; malfeitoria; homicídio; assassínio; furto; roubo; difamação; perjúrio”.
Ambos os teóricos (VILLAR, 2011; BUENO, 1995) esclarecem de maneira satisfatória o conceito. Para um a síntese é “ato ilegal...”; para o outro (BUENO, 1995) a especificação se faz presente, ante a variedade de crime possível, alguns de natureza intangível sendo que, no conjunto, tudo representa “transgressão da lei”.
Já contravenção, segundo Villar (2011) remete, enquanto ato infracional, à burocracia, à teorização de atos praticados pelo homem, afirmando ser “transgressão de regulamentos, contratos ou leis (p. 232)”, donde se conclui que ato infracional pode ser caracterizado de várias formas.

6.2  A prática do ato infracional na delinquência juvenil.
Na cidade de Castelo do Piauí (Piauí),  em 2015, ocorreu um crime de estupro coletivo envolvendo como vítimas quatro garotas adolescentes – uma delas se tornando vítima fatal; os agressores, em número de cinco, eram quatro menores e um adulto – este o adulto, não relevante a este estudo.
Os estupradores – I.V.I. (15 anos); J.S.R. (16 anos); B.F.O. (15 anos) e G.V.S. (17 anos), de acordo com reportagem de Veja (2015) “ficarão no máximo, três anos internados” e, continua em relação aos adolescentes declarando que
Serão encaminhados a centros de correção, onde ficarão internados por um prazo máximo de três anos e de onde sairão como réus primários. É o que determina no Brasil o Estatuto da Criança e do Adolescente – ECA (FRAZÃO; COURA; BARROS, 2015, p. 42).

Um dos menores irá, à policiais, narrar como se efetivou o crime de estupro das quatro jovens que subiram ao morro “para tirar fotos com seus celulares e postá-las em redes sociais”. J.S.R – na narrativa do companheiro – tentou “terminar o serviço” após as garotas serem jogadas de uma encosta de morro. Solicitado a especificar o sentido da expressão, o menor definiu como sento “mata-las”.
Qual seria, portanto, um trabalho de ressocialização de jovens que praticam crimes semelhantes ou não, bastando ser crime? – uma resposta para esta pergunta requer reflexão e cuidado, não podendo (nem devendo) parecer amparada pela paixão ou justificativa ideológica. O papel da sociedade, de um modo geral, as leis, as partes envolvidas, enfim, todos os elementos concorrem para a justiça, de fato?
Segundo Petry (2015)

É sempre assim: quando ocorre algum crime que comove o país, ou quando a incidência começa a chamar a atenção (...) reagem com uma nova lei, sempre mais dura que a anterior. Obviamente nenhum crime, do mais leve ao mais cruel, pode ficar impune (PETRY, 2015, p. 50).

O projeto de socialização de crianças e adolescentes infratores tem sido tema de debates constantes, sempre despertando a atenção da sociedade como um todo. qual o melhor caminho a seguir e quais medidas a serem tomadas, é consenso de que seja a pauta mais adequada ao momento.

7.    CRONOGRAMA
Etapas
Mar.
Abr.
Mai.
Jun.
Jul.
Ago.
Set.
Out.
Nov.
Elaboração do projeto

  X

 







Revisão de literatura

  X

  X







Apresentação do projeto




  X





Coleta de dados





  X

  X

  X



Conclusão e redação







  X

  X

Correção









  X

sexta-feira, 13 de abril de 2018

311 em ação- Conhecendo o município de Nazaré.


Tema: Conhecendo a Urbe de Nazaré do Piauí – PI.

Título: A cidade de Nazaré do Piauí no contexto da interação com o seu corpo social: Instituições e funcionalidades.

Objetivos:

Geral: Conscientizar aos alunos e demais alcançados pelo projeto a importância do conhecimento de como funcionam as instituições públicas no interesse de sua população.

Específicos:
üEnumerar tantas quantas instituições municipais houverem e a sua finalidade no atendimento ao público;
ü  Destacar as principais personagens políticas atuadas e atuantes no cenário municipal;
üDescrever as manifestações populares, festas e folguedos religiosos, atrações de entretenimento, ou seja, atividades que insiram a comunidade municipal em suas realizações.

Justificativa:

A percepção de que bem poucos – a minoria – dos estudantes conhecem algum aspecto característico no município em que habitam. São poucas as manifestações voltadas para o despertamento do jovem, enquanto estudante, para aspectos relevantes no contexto de sua municipalidade, seja de cunho cultural, político, social ou religioso. Oportunizar, ainda que de uma maneira superficial neste primeiro momento, o contato com essas características do município representa o mote justificador deste projeto.

Metodologia:

O referido projeto será desenvolvido na e com a turma do 3º ano (311) da Unidade Escolar João Leal composta de 23 (vinte e três) alunos – onde o grupo será dividido em quatro subgrupos, recebendo cada um uma tarefa específica para ser desenvolvida. O material coletado será apresentado e discutido em sala de aula, intuindo que todos tenham conhecimento das demais partes do projeto.
Faixas, cartazes, datashow, dentre outros, representarão os recursos a serem utilizados.




Cronograma:

Dia 11/04/18 – Apresentação do projeto e divisão de grupo com entrega de tarefas.
Dia 12/04/18 – Elaboração das atividades, coordenação e demais cuidados para o desenvolvimento das atividades.
Dia 07/11/18/ - Organização/Correção/Preparação
Dia 14/11/18/  - Culminância do projeto.


Recursos:

A discutir com cada grupo, sendo que material de apoio (cartolina, pincéis, faixas, etc.) serão solicitados junto à Coordenação/Direção da escola.



Tarefas

1.    Como e quando começou o município; De quantos vereadores é composta a Câmara municipal; Quem é o atual presidente da Câmara?; Dimensão territorial e população atual.

2.    Órgãos Públicos Municipais.
·         O Hospital;
·         O Fórum – qual a comarca a que pertence;
·         As escolas municipais – nomes e seus diretores.

3.    A história da Igreja Católica.
·         Qual a padroeira;
·         O Padre atual;
·         Os feriados santos no município;
·         Atrações e festas municipais.

4.    Quem foi o primeiro prefeito do município – Quantos prefeitos o município já teve; Quem é e a qual partido o atual prefeito pertence.









quinta-feira, 12 de abril de 2018


Encontro do GE em Teresina.
Logomarca e divisa do GE
Foto: Organização do Evento, 2018

O primeiro encontro do GE – Geração Escolhida – aconteceu. O primeiro no sentido de uma organização voltada exclusivamente no intuito  de reunir remanescentes de tempos idos em Socopo; o primeiro, considerando-se uma infraestrutura montada com diretoria, com oradores, com camisas padronizadas, com versículo-chave e tendo como ponto de encontro Teresina. Outros encontros menores já haviam acontecido anteriormente.
A data de 30 de março a 1de abril de 2018 tornou-se, portanto, um marco. E não poderia ser diferente, com tantos irmãos reunidos e ansiosos para, inicialmente, louvar e engrandecer ao Senhor Jesus as bênçãos recebidas e, depois, para abraçar, abraçar e abraçar a todos, ainda que depois dos abraços alguns fossem parar dentro da piscina, caso do bispo Ivan, onde Zé Brito e o pastor Guimarães não mediram esforços para dar-lhe um banho, mesmo tendo ido junto. Brincadeiras desse tipo são recorrentes e sempre fizeram parte do ambiente em Socopo: pintar o rosto dos outros com pasta de dente; amarrar os cordões dos sapatos; dar diversos nós nos lençóis ou desamarrar as cordas das redes... quem nunca foi vítima de um desses “recursos” em Teresina? – é, pois muito bom que esse clima, essa camaradagem tenha perdurado no meio e no seio de homens e mulheres sessentões, que tem como base em suas vidas um grande amor.
Participantes do I Encontro do GE - Teresina (PI)
Foto: Organização do Evento, 2018

“vocês, porém, são a geração eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus...” I Pe. 2:9b
As palavras do apóstolo Pedro – bem escolhidas por aqueles que estiveram à frente da organização do encontro sintetizam o pensamento de quem, em um momento de franca inspiração, no ano passado (2017) pretendeu unir e reunir esse povo, essa geração eleita , “todos de propriedade exclusiva de Deus”. 
Meninas do encontro
Foto: Organizaçao do Evento, 2018

A ideia da formação e reunião desse grupo foi plantada e germinou regada pela graça e bondade do Pai, de tal forma que o encontro proposto se materializou e graças a Deus que assim tenha sido. Uma música  que foi muito cantada no passado da maioria dos que estiveram reunidos nesses dias ali em Teresina diz que “quão bom e quão maravilhoso é que os irmãos vivam em união...”; um outro cântico, também da época evoca que “alegria no senhor a nossa força é... alegria sem medida Ele dá.” Foi assim que todos os presentes ali se sentiram.
Sobre os momentos vividos ali a irmã Luísa Dias resume em três palavras: “foi muito bom!”. Em seguida ela descreve o porque de acreditar que foi tão bom esse encontro;
Foi muito bom. Eu gostei de tudo o que aconteceu por lá. Uma das muitas coisas que eu gostei foi (re) ver todo mundo, muitos amigos, todos com família; famílias lindas, com filhos e netos bem sucedidos; alguns estudando... tudo muito bom. Bom ver como todos estão vivendo. A ideia de não ter pregação à noite – apenas uma meditação, e o depoimento das pessoas, onde ouvimos de como estão vivendo, todos bem, com suas lutas, mas todos de alguma forma, envolvidos com o trabalho do Senhor. Isso foi muito bom de ver e ouvir.
Em seguida a irmã acrescenta outras informações, destacando algumas pessoas, seu modo de ser e viver pela causa do GE e a importância dentro do trabalho do  Senhor:
Foi bom também, na noite das homenagens, ver o pastor Freitas. Ele estava lá e foi muito bom vê-lo, ver Maria Dias, a irmã Teresa Sá, o irmão Ribinha e sua esposa, irmã Dalva. O pastor Pedro e a irmã Darci também se encontravam, mas com estes eu convivo diariamente em minha igreja. O irmão Deusélis também estava presente no encontro. Isso foi muito bom! (. . .) A alegria total do Geiel foi muito importante. Parece que o Geiel está vivendo para cuidar do GE, assim como o Elias e a Evani. A alegria do Sampaio, do Zé Brito, e da Ester. Conhecemos um novo Milton, totalmente diferente daquele que vimos em “outros tempos”. Hoje ele brinca, sorrir, corre... todo isso fez do encontro um momento especial. Muito bom! (LUÍSA DIAS, 2018, VIA WhatsApp).
O Pr. Antônio Luís Guimarães Missias, que na época dos bons acampamentos era conhecido apenas por Guima nos diz “meus queridos, foi maravilhoso; fantástico; extraordinário o nosso encontro. Renovador e abençoado, muito alegre e vibrante. Tudo que aconteceu foi benção pura.”
Meninos do Encontro
Foto; Organização do evento, 2018
É de se crer que não seja apenas entusiasmo do pastor. O que se tem ouvido é que realmente reinou, não só alegrias de reencontro, mas que as bênçãos de Deus ali se manifestaram. O irmão Geiel diz:
Boa noite; boa noite. Foi lindo, foi maravilhoso. Nós tínhamos 45 pessoas no sítio; tivemos partidas de futebol, muitas seções de fotos. Tivemos lá o pastor Freitas, a irmã Teresa Sá, a Deusélis, o Ribinha – que era vigia do sítio – juntamente com sua esposa. Tínhamos uma bela piscina, dois dormitórios, um para os homens e outro para as mulheres. Tinha uma rede de vôlei armada para aqueles que quisessem brincar e tinha também muitas frutas. Manga, umbu, ata, mamão e cajazinha – a amarelinha, enfim, muita coisa havia no sítio, um local muito aprazível; Arnaldo Sanfoneiro com seu grupo tocou muito forró. Sentimos falta de alguns irmãos que não compareceram, mas entendemos que cada um tem suas obrigações e suas limitações e nos alegramos com os que ali chegaram. As mensagens foram espetaculares; o almoço e o jantar, maravilhosos (GEIEL, 2018, WhatsApp).
Pr Manoel Antonio de Freitas - omenageado
Foto; Organização do Evento, 2018 
Percebe-se a alegria de uma pessoa que está como que rejuvenescido por tudo vivido e convivido com os demais irmãos nos três dias que passaram juntos. Lembrando que o Irmão Geiel foi um dos tantos que chegaram antes do evento propriamente dito e que muito ajudou nos detalhes de última hora na organização e preparação para a recepção dos demais. Outra pessoa que chegou mais cedo e que também é peça fundamental na história que foi construída por todos os presentes é a irmã Jucely Nascimento, a pequena gigante do grupo (e também a que mais foi fotografada). No seu depoimento ela diz
Achei muito bom! Tudo na medida certa. O trio organizador – Elias, Evani e Luísa Dias – não mediram esforços para nos oferecer o melhor. O local era belíssimo e eles pensaram em cada detalhe; tudo contribuiu para que ficássemos bem.  Desfrutamos, nesses dias, da companhia de pessoas especiais, amigos queridos e, além disso, foi maravilhoso conhecer novas pessoas. Foi muito bom!  Gostei muito de ter participado. A Deus minha gratidão por ter-me permitido viver esses dias inesquecíveis. Foi mais um capítulo de uma história significativa em nossas vidas; a história que construímos juntos – a história da Geração Escolhida. Sou, pois, grata ao Senhor por tudo. Não poderia ter sido melhor. Agora feliz e com saudades de todos. (JUCELY NASCIMENTO, 2018, VIA WhatsApp).
Em Filipenses 4:4 lê-se “alegrai-vos sempre no Senhor; outra vez vos digo, alegrai-vos”. Essa alegria foi praticada e renovada nesse encontro. Os depoimentos são unanimes: Foi muito bom! Pessoas que na maioria já sabem o que é viver “meio século” que correm, sorriem, brincam, jogam bola, jogam os colegas na piscina, jogam conversa fora... e aproveitam a vida.
A elegante Teresa Sá
Foto: Organização do Evento, 2018
Isso é possível porque acreditam na palavra; porque tem suas forças renovadas e baseadas nessa palavra e nessa força, e creem que poderão, tal como as águias, alçar voos bem altos, altos mesmo, pois o Senhor lhes transmite essa confiança. Foi assim, é assim e será sempre assim, pois o Senhor é o alvo de todos. No sentido da alegria, do quanto tem sido edificante participar, não só deste encontro, mas da interação de todos e com todos via rede social a irmã Elen Beckman resume o que tem sido a sua visão das coisas desde que participa deste grupo;
Estar no GE – Geração Escolhida – desde junho de 201 tem sido benção na  minha vida e, desde esta data até ao dia de hoje, procuro interagir, entendendo que as mensagens postadas são para a glória de Deus e edificação do grupo, seja por meio de textos, áudios, vídeos ou imagens fotográficas. E o que falar então do nosso primeiro encontro? – quando ele foi planejado e organizado eu  vibrei. E vibrei porque sabia que seria a oportunidade de nos reencontrarmos – os socopianos – que há mais de 40 ou 45 anos não tinham oportunidade de se verem, devido às circunstancias da vida. Uns por terem mudado de cidade; outros porque já partiram e outros que, mesmo morando na mesma cidade ou região, mas que devido às correrias do dia a dia, pouco ou quase nada tem se encontrado. Participar desse encontro trouxe, para mim, um real significado: edificação espiritual e compartilhamento; conversas agradáveis e s muitas alegrias pelo reencontro. Eu louvo a Deus porque ele me concedeu a graça de estar no nosso primeiro encontro e assim ver e rever esses queridos (irmãos e amigos) depois de tantos anos e poder abraça a cada um, numa koinonia permitida por Deus. Ah, como foi bom! (ELEN BECKMAN, 2018 WhatsApp)
À medida que outros depoimentos fossem colhidos, a máxima seria a mesma: tudo foi muito bom! Assim e após as palavras expressadas resta somente a gratidão. Agradecer “por tudo que temos ouvido, vivido, aprendido e visto (...) unidos no corpo de Cristo.” A Deus, doador da graça e da permissão para que “os irmãos vivam em união” e essa graça nos é dada porque “Deus é bom, sim Deus é bom, Deus é bom Demais.”; aos irmãos organizadores – já citados inicialmente – pelo empenho, pela vontade, pela recepção e porque fizeram tudo “com decência e ordem” para o bel prazer de todos. Aos que se dispuseram a ir e foram e aos que não puderam ir mas que certamente torceram e oraram para que, ao final, todos e a uma só voz pudessem, como Josué e seu grupo, gritar e gritar bem alto: “ATÉ AQUI NOS AJUDOU O SENHOR!”







Davi e sua elegância
Foto: organização, 2018
Geiel , Jessé e o Ivan - Sérios (?)
Foto: Organização do evento, 2018














Que venha o próximo encontro.!!! 
(zevall e colaboradores).





terça-feira, 3 de abril de 2018

Cinema em sala de aula.



Projeto a ser realizado com uma turma de 3º ano (312/manhã) da Unidade Escolar João Leal, no município de Nazaré do Piaui - Piauí sob a orientação do Professor Dias  na área de História. O cinema é um entretenimento atual e pluricultural que, em alguns momentos, tem a sua importância desvirtuada. Pensando em conscientizar aos alunos, o projeto nasce como um meio para despertar o seu valor e sentido 



Projeto de aula temática

1.         TEMA: Cinema em sala de aula.
2.         TITULO: Filmes temáticos: a sétima arte como instrumento didático nas aulas de História.
3.         OBJETIVOS
3.1 GERAL: Fomentar entre os alunos/alvo o  gosto pelo cinema.
3.2 ESPECÍFICOS:
ü  Enfatizar a importância dos filmes temáticos no contexto da aula de história;
ü  Incentivar aos alunos no interesse do conhecimento dos caminhos cinematográficos;
ü  Fomentar, entre os alunos, a produção de um curta (aproximadamente 15 minutos) de um filme com o tema livre, visando a despertar o gosto pelo envolvimento com o passo a passo de uma produção cinematográfica.
4.         JUSTIFICATIVA
Nossas salas de aula são “pluriétnicas” e multicoloridas. Somos urbanos e rurais, pretos e brancos e meios termos. Falamos, sorrimos e agimos de formas diferentes; temos gostos comuns e particulares, ao mesmo tempo. Não obstante a todas essas diferenças, convivemos diariamente cinco dias por semana, “juntos e misturados”, na escola, e corriqueiramente nos encontramos em finais de semana para a diversão.
Esse fato – o de estarmos rotineiramente juntos – induz à necessidade de uma convivência de aceitação e de partilhamento naquilo e daquilo que faz parte do dia a dia de cada um seja na sala de aula, seja no trabalho – há aluno que já trabalham quando não se encontram na escola – seja nos locais de diversão e, nesse momento, entra a possibilidade do cinema, do filme e de suas curiosidades.
 Os filmes indicados no livro didático são interessantes  para a compreensão do evento histórico como um todo, ainda que este – o filme – se apresente “maquiado”, adaptado para os interesses de sua produção.
Entendido no seu contexto histórico, esse é o mote deste projeto de aula temática: clarificar todas essas diferenças e despertar entre todos os alunos participantes (alvos) a aceitação e a adoção do seu companheiro/colega. Além deste, a possibilidade de que a pesquisa possa servir para estudos futuros representa outro elemento justificador deste trabalho

5.         METODOLOGIA
Aula expositiva enfatizando a dinâmica do cinema como fermenta didática em sala de aula, dentro da escola e, particularmente, no cotidiano de cada um enquanto sujeito social, destacando conceitos a serem apreendidos e abordando a importância dos filmes como elemento de entretenimento .
Produção, por parte dos alunos – que serão divididos em dois grupos dentro da turma 311/manhã – de um curta de 15 minutos de duração, com tema a ser escolhido pelo próprio grupo.
Análise de 04 (quatro) filmes indicados entre 20  (vinte) de uma relação apresentada pelo professor, também escolhidos por cada grupo,  onde serão destacados:
v  Titulo;
v  Diretor;
v  Ano de produção;
v  Breve resumo de seu enredo (história), com o mínimo de 30 (trinta)  linhas devidamente organizado e digitado.
Para avaliação da apresentação do trabalho pelos grupos haverá um corpo de jurados composto de 03 (três) membros a serem escolhidos pelo professor/promotor da aula/evento.
6.         RECURSOS DIDÁTICOS
Cartazes, Faixas; Palestrante; Datashow e impressos.
6.1.     a responsabilidade da organização e providencia do material a ser utilizado ficará  a cargo dos grupos participantes.
6.2 A turma envolvida no desenvolvimento do projeto será a 312 (terceiro ano da manhã).
6.3 A data de realização do projeto será 14/04/2018, salvo algum impedimento por parte da coordenação, o que nos levará à escolha de nova data.



segunda-feira, 2 de abril de 2018





Eu sei que vou te amar

Eu sei que vou te amar
por toda a minha vida eu vou te amar
em cada despedida eu vou te amar
desesperadamente eu sei que vou te amar.

E cada verso meu será
pra te disser que eu vou te amar
por toda a minha vida.

Eu sei que vou chorar
a cada ausência tua eu vou chorar
mas cada volta tua há de apagar
o que esta ausência tua me causou.

Eu sei que vou sofrer eterna desventura de viver
a espera de viver ao lado teu
por toda minha vida.
(disponível em; http://www.jobin.org/jobim/handle/2010/1054. Acesso em:23/3/2016.)

Reunião do Chão da Escola
Foto: Zevall/2018

Sobre professores e a fórmula da felicidade


No ano letivo de 2018 já realizamos dois encontros da formação “Chão da Escola” que costumo, por mera brincadeira, chamar de “pé no chão”. Ambos os encontros foram proveitosos apesar de a profª. Laise – nossa coordenadora – chamar a atenção para a pouca frequência nos encontros, o que nos leva à indagação: o que fazer para que haja um despertamento entre os professores, no sentido de melhor participação nesses encontros, vez que os assuntos aventados são de interesse comum a todos?

Eis a questão posta; enquanto professores nos tornamos responsáveis pelas realidades – e elas são várias – da escola e estas só poderão ser desenvolvidas ou “encaradas” de frente e com segurança se houver preparação voltada para esse fim. Essa preparação tem sido discutida com minúcia e exaustão na formação “Chão da Escola” onde temas como paz na escola, comportamentos, melhorias na avaliação, observação e cumprimento das regras básicas da escola (regimento interno) problemas extraescolar manifesto por alguns alunos, interação entre os professores, participação de todos em busca novas perspectivas, etc., tem sido o mote central dos diálogos encetados pelos que tem participado das nossas reuniões.
Projeto Paz na Escola
Foto: profª. Laíse/2018

As professoras Laíse e Francisca Lima – coordenadora e diretora da escola, respectivamente, tem-se desdobrado intuindo oferecer aos professores melhores condições possíveis de trabalho a e para todos, ainda que gostássemos que algo mais fosse oferecido, por entendermos ser necessário. Falta, portanto, aquele “inside”; o estar dentro, o chegar e aparecer. Aparecer no sentido de expor as deficiências encontradas no dia a dia de trabalho; aparecer no sentido de apresentar propostas que inovem as rotinas diárias no ambiente escolar; aparecer reconhecendo que se tem buscado melhorias para as diversas formas de trabalhar e partilhar com os colegas das “fórmulas mágicas” que se tem conseguido encontrar em sala de aula, com os alunos e, finalmente, aparecer para sorrir. Isso mesmo, vez e outras sonoras gargalhadas são ouvidas durante a reunião. Por incrível que pareça, professor sabe sorrir, faltando, muitas vezes, apenas oportunidades (e vontades) para tal. As nossas reuniões tem permitido isso. Desopila (alguém, por favor, depois me diz o que seja desopilar).

Precisamos saber o significado da palavra pois temos que exercer o papel que nos é permitido para os Joãos, as Kellys, as Marias, as Luíses, os Josés, os Ryans, os Denys, os Armandos, as Larissas, as Vitórias, os Pedros, os Paulos, as Amandas, as Saras, os Gabrieus etc., e tantos quantos passam por nossas vidas diariamente, semanalmente, mensalmente, anualmente...( ! ) não há como não se cansar, ainda que a palavra da moda seja outra. Mas foi o que escolhemos fazer, não é mesmo?
Projeto Paz na Escola
Foto: Profª. lLaíse/2018
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O ano letivo apenas começou. E as reuniões do “Chão da Escola” também. É certo que precisamos de muita ginga, jeitinho brasileiro, de “toma lá – dá cá” com os alunos e de muita força e paciência para chegar até Dezembro. Os encontros oferecem alguns rumos para “se chegar à felicidade sendo professor”, acreditem.
E sabem o que é melhor?
Sempre tem merenda  e, como sempre, os mocinhos nunca morrem no final.

DE AMIGOS E IRMÃOS

Benito de Paula, certa vez e através de uma de suas músicas,  se propôs a mostrar a um amigo ao qual ele prezava muito, alguns elementos –  ...